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Notícias | Região INVESTIGAÇÃO

Justiça mantém prisão de mãe e filho suspeitos no caso do desaparecimento de casal em Cachoeirinha

Defesa solicitou que uma avaliação médica seja feita de forma imediata para atestar condições de saúde dos presos

Por Juliano Piasentin
Publicado em: 09.05.2022 às 20:57 Última atualização: 09.05.2022 às 21:19

Em audiência de custódia no fim da tarde desta segunda-feira (9), no Fórum de Cachoeirinha, a Justiça manteve a prisão de mãe e filho suspeitos no caso do desaparecimento do casal Rubem Heger, 85 anos, e Marlene Heger Stafft, 54 anos. Presos desde sexta-feira (6), Cláudia de Almeida Heger, 51 anos, e Andrew Heger Ribas, 28, estão na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba e Penitenciária Estadual de Sapucaia do Sul, respectivamente.

Rubem Heger, 85 anos, e Marlene Heger Stafft, 54 anos
Rubem Heger, 85 anos, e Marlene Heger Stafft, 54 anos Foto: Arquivo pessoal

De acordo com o advogado Rodrigo Schmitt, a dupla não compareceu ao Fórum sob alegação de que a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) não tinha meios de fazer o deslocamento de ambos. Schmitt comunicou que foi solicitada uma avaliação médica dos presos imediatamente, o que foi acolhido pelo juiz.

Esta avaliação, segundo o advogado, deve ser realizada até esta terça-feira (10). “Cláudia possui diversos problemas de saúde, como pressão alta, diabetes e necessita de medicamentos. Já o Andrew tem esquizofrenia e também precisa de medicação controlada.”

Já sobre o pedido de liberdade, Schmitt diz que o juiz postergou a análise de uma possível prisão domiciliar para caso se comprove documentalmente os problemas de saúde dos presos. No que diz respeito aos distúrbios mentais de Andrew, o advogado confirma que o jovem é interditado civilmente e que não deveria estar preso.

“Ele precisa ser avaliado por psiquiatras, já que não responde por si. Ao invés de permanecer em um presídio, deveria receber um tratamento apropriado. Em caso de algo acontecer com ele, vou saber quem foram os culpados”, completa. A defesa solicitou que uma avaliação psiquiátrica seja realizada e o juiz abriu prazo para que o Ministério Público se manifeste sobre o assunto.

Uma nova audiência foi agendada para acontecer nesta sexta-feira (13), aí com a presença dos suspeitos. “Queremos que eles sejam ouvidos sobre suas prisões e pedidos pessoalmente”, concluiu Schmitt.

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