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Apesar da crise, Onyx diz que Natal deste ano será melhor do foi em 2019

Ministro da Cidadania concedeu entrevista ao programa Ponto e Contraponto, na Rádio ABC 103.3

Por João Victor Torres
Última atualização: 10.07.2020 às 17:15

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni; participa de coletiva de imprensa no Palácio do Planalto Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
Mesmo com a pandemia causada pelo novo coronavírus, nem todos no governo federal estão pessimistas com relação ao futuro econômico do Brasil. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, concedeu entrevista ao programa Ponto & Contraponto, da Rádio ABC 103.3, comandado pelos jornalistas João Carlos Ávila e Cláudio Brito, na manhã desta sexta-feira (10). Na oportunidade, um dos homens fortes do governo do presidente Jair Bolsonaro projetou melhora no cenário do País na reta final deste ano. “Vamos ter um Natal muito bom para o varejo, para os serviços e com retomada da empregabilidade”, afirmou.

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Onyx foi além esbanjou otimismo ao destacar como deve ser o próximo ano, onde boa parte dos Estados e municípios ainda deve estar em franca recuperação. “O Natal de 2020 será muito melhor que o de 2019 e vai preparar um 2021 que vem aí para Brasil voltando a recuperar emprego, investimento e a liderança como país emergente que mais cresce no mundo”, complementou o responsável pela pasta da Cidadania.

O ministro atua na linha de frente da coordenação do programa de auxílio emergencial pago a trabalhadores informais e autônomos desde o mês de abril. “Encontramos no Brasil dos 148 milhões de CPFs que nós processamos, 66 milhões de pessoas que vão receber (o benefício), 54 milhões já receberam as três parcelas e alguns que foram encontrados no final de maio ou junho, que com tranquilidade vão receber as cinco parcelas”, sublinhou.

Sobre as fraudes, Onyx considera que os resultados obtidos pela União no combate aos benefícios irregulares são amplamente favoráveis. “Uma operação desse tamanho não é imune, lamentavelmente, por mais controle que a gente tenha”, acrescenta. Ainda conforme o ministro, “temos todo um arcabouço para fazer um enfrentamento (às fraudes)”, complementa o titular da pasta.

Inicialmente previsto para ocorrer em três parcelas de R$ 600, o auxílio emergencial pago pelo governo federal a mais de 66 milhões de brasileiros ganhou outras duas fases. O ministro destaca que a medida se deve ao fato de que o vírus teve comportamentos distintos nas cinco regiões do Brasil e, por isso, ocorreu a necessidade de prorrogar a vigência do benefício. “O vírus teve tempos de dispersão diferentes no Brasil”, justifica.

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