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Notícias | Cachoeirinha Licitação do lixo

Prefeitura define até o final da semana nova empresa para limpar as ruas de Cachoeirinha

Pregão para escolha de nova empresa para a varrição e capina das ruas aconteceu no dia 3 de janeiro, dois anos e meio depois do rompimento de contrato com a Pioneira. Desde maio de 2017, limpeza é feita por contrato emergencial

Por Eduardo Torres
Última atualização: 16.01.2020 às 10:12

Em 2017, prefeitura rompeu antigo contrato e desde então não houve licitação para limpeza das ruas Foto: Fernando Planella/Prefeitura de Cachoeirinha
A prefeitura de Cachoeirinha pretende anunciar nesta sexta (17) a nova empresa responsável pela varrição e capina das ruas, além da limpeza de praças e espaços públicos da cidade. É quando encerra o prazo dado pela administração para análise do resultado do pregão ocorrido no dia 3 de janeiro. Só então a cidade terá, dois anos e meio depois do rompimento do contrato com a Pioneira, uma empresa contratada por licitação para o serviço de limpeza urbana.

De acordo com a secretária de Modernização Administrativa, Aline Mello, ainda restam questões ambientais importantes a serem analisadas nas propostas das concorrentes antes da homologação do resultado do pregão. Três empresas apresentaram propostas e, na última segunda (13), encerrou o prazo para análise de recursos.

O preço máximo estipulado pelo município para o contrato, na abertura do pregão foi de R$ 1,4 milhão por mês. A vencedora será a que tiver oferecido menor preço, e dentro das condições técnicas exigidas pela concorrência pública.

A escolha de uma nova empresa já era tentada desde 2018, quando o processo licitatório ficou trancado na Justiça e, no ano passado, a prefeitura o cancelou definitivamente. Agora, esta definição acontecerá em meio a um processo polêmico. É que tramita na Câmara de Vereadores uma CPI para apurar justamente os contratos da prefeitura com a empresa SKM Empreendimentos e Comércio.

Foi a SKM que assumiu o serviço, em contrato emergencial, em maio de 2017. Em setembro de 2019, a prefeitura voltou a assinar o terceiro contrato emergencial com a SKM, com repasses previstos de R$ 1,06 milhão ao mês.

A CPI apura a legalidade do contrato e possíveis distorções nos repasses do município em relação aos serviços, de fato, prestados. Uma equipe de auditores contratada pelo Legislativo acompanha o trabalho dos vereadores, que têm prazo para entregar o relatório da investigação no começo de fevereiro.

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