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Tecnologia

Facebook está testando serviço de Paquera

Função da rede social ainda está em teste fechado.

Loic Venance/AFP
Facebook: rede social prepara serviço de namoro
A imprensa especializada internacional descobriu que o Facebook já está testando seu novo serviço de Paquera. Trata-se de uma função que busca concorrer com o app Tinder, popular aplicativo de namoro.

Um aplicativo semelhante ao Tinder já havia sido anunciado pelo Facebook em maio, porém não haviam sido dados detalhes. Agora, as informações existentes são de que o serviço vai se chamar Paquera e não vai ser um app separado do Facebook. O usuário poderá criar um perfil separado do seu e optar ou não por fazer parte. As postagens e o movimento do Paquera não vão aparecer na linha do tempo principal do usuário. A ideia é manter os relacionamentos pessoais mais reservados.

Ainda não há informação sobre entrada do serviço novo. Algumas vezes, o Facebook até descarta experimentos deste tipo. Em outros casos, começa implementações regionais, testando primeiro uma localidade geográfica específica, para depois ampliar a distribuição.

Já viu o misterioso aviãozinho que apareceu no Facebook?

Emoji de reação seria um defeito ou recurso oculto.

Reprodução
Emoji de reação com um avião, que começou a aparecer no Facebook
Usuários do Facebook podem ter começado a notar uma curiosidade nas últimas horas: um ícone de avião começou a aparecer entre os emojis de reação, aqueles que diversificam a função curtir. 

No começo ninguém sabia exatamente o que o avião significava, nem por que apareceu. Ele aparenta ser um bug, ou defeito, já que não está disponível em todos os aplicativos. No computador, em geral só dá para ver. Ativar o ícone parece estar restrito a usuários de app de celular com Android que tiverem a versão mais recente do Facebook instalada.

Em alguns casos, pode ser preciso fazer algumas coisas para que o ícone apareça. Uma das formas é entrar em uma postagem e comentar com uma dessas hashtags:

#PlaneReaction

#addplanereact  

Depois de curtir, o ícone aparece.

A outra forma é mais simples. Quem instalar a versão mais recente no Android deve enxergar dois ícones de carinha irritada ao pressionar o ícone de emojis de reação. Ao escolher a segunda, aparecerá o avião. Em alguns casos, pode ser preciso apertar as reticências para que mais ícones apareçam.

Sites especializados passaram o dia tentando descobrir a origem do ícone. Especulava-se que ele podia ser um dos emojis temáticos temporários que o Facebook implementa às vezes (como o ícone do arco-íris no ano passado). Também se especulava que se tratava de uma espécie de easter egg, ou um emoji que foi incluído no programa mas não implementado, e que só agora alguém aprendeu a ativar. Esta última hipótese acabou sendo confirmada no fim da terça-feira (31) por representantes da empresa. A explicação oficial é que o ícone havia sido desenvolvido em uma maratona de desenvolvedores, mas nunca deveria ter sido implementado, e apareceu no Android como bug (defeito) mesmo.

Não houve informação oficial sobre quais ações o Facebook vai tomar, mas é provável que o ícone desapareça nas próximas horas ou dias.

Cuidado com golpe virtual no Dia dos Pais

Alerta foi feito pela empresa de antivírus PSafe. Confira cuidados.

Arte Reprodução
Golpistas disfarçam armadilhas em ofertas
Velhos golpes que circulam na praça e na Internet ganham novas roupagens conforme a data. A empresa de segurança digital PSafe fez um alerta sobre várias páginas e ofertas em redes sociais tentando atrair incautos por conta do Dia dos Pais.

Veja a nota da PSafe:

"Ao encontrar uma oferta MUITO BOA na internet, desconfie. Hoje a equipe do dfndr lab identificou dezenas de páginas e perfis falsos no Facebook, utilizando o nome de lojas muito conhecidas e fazendo ofertas tentadoras, na tentativa de enganar compradores.
Com a proximidade do Dia dos Pais, a tendência é de que golpes como estes cresçam. Então fique atento para os sinais:
Atenção aos links no WhatsApp e em outras redes sociais. Ao ver um link com título sensacionalista e apelativo, com erros gramaticais ou ortográficos e/ou oferecendo uma grande promoção há grandes chances dele ser falso.
Ao entrar no site, procure pela sessão “sobre” para saber mais a respeito do endereço e verificar se há informações confiáveis;
Como os sites falsos são muito parecidos com os reais, é fundamental também observar a URL, pois muitas vezes ela contém palavras e domínios suspeitos.
Por isso, é importante usar um antivírus para se manter protegido contra sites falsos."



O Facebook está a perigo? Entenda a crise

Nos últimos dias, rede social teve uma de suas piores quedas, embora não a pior.

Loic Venance/AFP
Facebook enfrenta crise, embora extensão do problema ainda seja incerta
O Facebook foi assunto nos últimos dias por causa da vertiginosa queda nas ações nos Estados Unidos, que fez a empresa perder bilhões em valor de mercado e, inclusive, enxugou consideravelmente o patrimônio do fundador Mark Zuckerberg. Por aqui, também houve uma polêmica com o MBL. Tudo somado, parte dos haters que parecem ser uma consequência inevitável das redes sociais se voltou contra o próprio Face. Conforme o que você ler, a empresa está fadada à falência. Mas será que a crise é tudo isso? É preciso entender tudo o que aconteceu.

Em primeiro lugar, a queda acionária. A atual crise acionária não é a primeira do Facebook. A abertura de capital da empresa, com um sucesso inicial imenso, foi sucedida por uma queda acentuada no valor das ações. Quando estourou o escândalo da Cambridge Analytica e da apropriação indevida de dados pessoais do usuário, houve outra queda. A atual despencada é a terceira de grande porte mas não a maior. O valor do Facebook, inclusive, segue mais alto que em outras épocas.

Mas a queda acionária tem motivos. Ela foi causada por investidores bancários, que passaram a descrer da capacidade do Facebook de manter crescimento, depois que atingiu um patamar de usuários, sofreu algumas sacudidas com reclamações de fake news e violações de privacidade, e não conseguiu agregar serviços novos com suficiente empuxo para sustentar o crescimento. Entre os novos negócios do Face, estão o WhatsApp, o Instagram e o programa de Realidade Virtual. Alguns foram comprados, outros foram desenvolvidos em casa. Os bancos não veem perspectiva de lucro alto a médio prazo ali, e esse é um dos motivos da descrença e da queda nas ações, depois que o lucro do último balanço ficou abaixo da projeção.

Descrença de investidores é capital em empresas do estilo do Facebook, porque o maior patrimônio delas é o próprio prestígio. Mark Zuckerberg não é o único empresário que depende de seu próprio carisma e do hype para fazer seu negócio lucrar. Elon Musk, da Tesla, e o brasileiro Eike Batista são outros exemplos. Alguns conseguem se manter, outros sofrem quedas vertiginosas. O Facebook, se corre algum risco, é desta natureza.

Getty Images/AFP /Chip Somodevilla
Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook
Mas o problema é aprofundado no Brasil por uma situação recente, a desativação de várias contas ligadas a integrantes do MBL, pela alegação de violações às políticas do site. Há quem veja aí um problema político. Seja como for, a onda de reclamações nas redes sociais prejudica o Facebook em território nacional. Também dificulta que a gente avalie objetivamente a crise atual do Facebook, porque subitamente tem mais gente replicando os problemas da empresa.

É improvável que o Facebook sofra algum tipo de queda catastrófica, como no passado aconteceu com empresas como Netscape ou o Napster, que se viram às voltas com concorrências e resistências muito mais acirradas. Mas é possível que se veja uma diminuição progressiva do entusiasmo pela rede, o que pode fazer com que a empresa de Mark Zuckerberg anuncie menos projetos faraônicos nos próximos meses. Nas últimas semanas, discretamente, já foi cancelado o projeto de banda larga gratuita por drones gigantes, um dos muitos anúncios malucos de Zuckerberg nos bons tempos.