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Jurassic World: Reino Ameaçado é quase trash

Quinto capítulo da saga iniciada por Parque dos Dinossauros e retomada em 2015 tem sangueira em profusão.

Divulgação
Imagem do cartaz de Jurassic World: Reino Ameaçado, com Chris Pratt e Bryce Dallas Howard
A série de cinema iniciada lá em 1993 em Parque dos Dinossauros chega ao seu quinto episódio neste Jurassic World: Reino Ameaçado. Trata-se de uma sequência direta para o quarto filme, de 2015, que havia feito o chamado “reboot”, relançamento da saga. Mais ou menos como aconteceu nos primeiros filmes lá nos anos 90, na história em cartaz os heróis precisam voltar ao parque onde os dinossauros se soltaram e, agora, tentar uma missão ecológica, ao mesmo tempo que enfrentam nova ameaça e algumas surpresas. Desta vez, a Ilha Nublar, onde ficava Jurassic World, está prestes a ser destruída por uma erupção vulcânica e há uma polêmica sobre se os dinossauros recriados geneticamente devem ser resgatados ou abandonados para morrer.

Estão de volta Chris Pratt como o caçador/cientista Owen, e também Bryce Dallas Howard fazendo, basicamente, o papel de mulher apetitosa em perigo. A história retoma alguns elementos do primeiro filme, incluindo uma ponta de Jeff Goldblum como o matemático Ian Malcolm. Entre os novos personagens, destaque para James Cromwell, no papel de um dos fundadores do parque, e Toby Jones como um empresário inescrupuloso.

Você sabe que é um filme de dinossauros, e que os bichos vão passar uma boa parte do tempo correndo atrás dos humanos, inclusive mastigando alguns deles. Reino Ameaçado é principalmente baseado em sequências de suspense, com um bom ritmo de cenas movimentadas e fartos rompantes de sangueira. Aliás, a série talvez nunca tenha estado tão perto do cinema trash, tanto pela violência gráfica extrema na parte final quanto pelas reviravoltas meio malucas.

Apesar dessa ressalva, o filme não é tão sem graça quanto aparentava o trailer, que era todo concentrado na ameaça do vulcão. A história insere vários ganchos para continuações, a tal ponto que você fica pensando qual alternativa eles vão escolher para o próximo capítulo.

Spoiler de leve: tem gente que vai lembrar de um game dos anos 90, Cadillacs & Dinosaurs.

Bruce Wayne está prestes a ser demitido

Após o fracasso de Liga da Justiça, filme novo deve descartar Ben Affleck.

Divulgação
Ben Affleck encarnou o homem-morcego em Batman vs Superman e Liga da Justiça, mas provavelmente não voltará ao papel em The Batman, de Matt Reeves
A crise anda tão feia que até Bruce Wayne pode perder o emprego.

O ator que faz o personagem está prestes a perder a função. Ben Affleck, que encarnou Batman em Liga da Justiça e em Batman vs Superman, provavelmente será descartado na próxima produção de cinema com o personagem. É o que está sendo especulado por sites de bastidores após uma declaração do diretor de The Batman, ainda em pré-produção.

O próximo filme do super-herói de Gotham City, ainda sem data confirmada de estreia, será dirigido por Matt Reeves (dos dois últimos Planeta dos Macacos). Ele assumiu após uma série de problemas na produção, que inclusive começaram com a saída de Affleck da direção do projeto.

Após o fracasso nas bilheterias norte-americanas de Liga da Justiça, o estúdio Warner decidiu rever seus planos dos filmes de super-heróis da DC. Agora, eles vão investir em histórias com menos ligação com o universo compartilhado, e que funcionem como franquias separadas. O novo Batman de Reeves vai ser, em princípio, ambientado no início da carreira do homem-morcego. Reeves disse em entrevista que quer um personagem jovem e ágil. Isso contrasta com o perfil de Affleck, e foi interpretado como sinal de que o ator será substituído.

Já houve outras substituições no elenco do universo de Batman no cinema. O Coringa de Jared Leto não agradou muito ao público em Esquadrão Suicida, e embora o ator deva retornar em um filme solo da Arlequina, o filme do próprio Coringa será estrelado por um ator diferente, Joaquin Phoenix.

Editora Abril não publicará mais quadrinhos da Disney

Notícia divulgada pela imprensa do centro do País foi oficializada aos assinantes.

Reprodução
Tio Patinhas, personagem dos quadrinhos da Disney cujo futuro se tornou incerto no Brasil, ao lado de Mickey e Pato Donald
A Editora Abril não vai mais publicar as histórias em quadrinhos dos personagens da Disney, que incluem o título de maior longevidade do selo, Pato Donald, em circulação desde os anos 50. A notícia de que o grupo abandonaria as publicações licenciadas da gigante norte-americana já era especulada desde a semana passada.

Entre esta sexta-feira e sábado (8 e 9), jornais como Folha de S. Paulo e O Globo confirmaram a informação, depois que assinantes de revistas da Disney receberam um comunicado informando que por razões mercadológicas o último título distribuído seria do mês de julho. A editora informa que assinantes não sofrerão perdas, e que serão comunicados sobre as ações tomadas para compensá-los.

Ainda não há informação sobre a continuidade no País dos títulos de personagens como Pato Donald, Zé Carioca, Tio Patinhas e Mickey e Pateta. A tendência é que eles sejam absorvidos por outros parceiros nacionais do grupo Disney. Detalhes não foram divulgados por enquanto.


Netflix prepara lançamento de história em quadrinhos

Marca comprou editora de Mark Millar e vai lançar série em inglês sobre magos.

Divulgação
Netflix: popular plataforma de tevê por streaming se prepara para entrar em novo mercado
A Netflix vai lançar nos EUA, em 13 de junho, sua primeira história em quadrinhos. A marca comprou a editora MillarWorld, de Mark Millar, famoso quadrinista de super-heróis, e vai estrear no ramo com a série The Magic Order, composta por vários volumes de 40 páginas com lançamento mensal.

A história trata de uma ordem de magos que defende o mundo e cujos membros começam a ser misteriosamente assassinados. O argumento é de Millar e o desenho de Olivier Coipel.

Neste momento só há previsão de comercialização internacional da versão em inglês. Não está prevista, por enquanto, tradução em português. A editora de quadrinhos da Netflix, em princípio, deve trabalhar tanto com versões impressas quanto on-line.