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Viver com Saúde

Medo de morrer, ficar dependente ou ter doença são as principais preocupações dos homens

Pesquisa foi realizada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) de São Paulo
11/03/2019 03:00 13/03/2019 14:28

Foto por: Fotolia
Descrição da foto: Medo de morrer é o que mais aflige os homens, segundo pesquisa
Quase metade dos homens brasileiros (43%) enxergam a velhice como uma ameaça, é o que aponta uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) São Paulo, em parceria com a Bayer. O que mais aflige esses homens é o medo de morrer (28%), a dependência de outras pessoas (18%), a falta de vida ativa (14%) e o desenvolvimento de doenças (11%).

Para esses homens, a velhice está mais associada à passagem do tempo. Embora estudos recentes comprovem que o envelhecimento comece aos 28 anos, a maioria dos entrevistados (86%) acredita que o envelhecimento se dá apenas depois dos 45 anos, sendo que 41% deles aponta que somente aos 60 anos o homem começa a envelhecer.

"Mesmo com receio de morrer ou perder a autonomia em função de doenças ou questões ligadas à idade, muitos homens ainda negligenciam alguns cuidados com a saúde, como a visita ao médico para realização de exames ou a adoção de hábitos de vida mais saudáveis", explica a geriatra da SBGG São Paulo, Maisa Kairalla.

A pesquisa confirma a percepção da médica: quase metade dos entrevistados (49%) nunca fez exame de toque retal, importante para a detecção do câncer de próstata, e 43% deles não tem hábitos saudáveis ligados à alimentação e a prática de atividade física.

Os homens também associam o câncer com a chegada da idade: para quase 70%, as chances de apresentar o quadro aumentam com o passar dos anos. O medo de ter a doença assombra 64% deles. "O câncer de próstata é o tipo de câncer mais comum na população masculina (excluindo-se o câncer de pele tipo não-melanoma). O diagnóstico é simples e o tratamento tem boas perspectivas. Quanto antes identificar a doença e iniciar a terapia indicada, mais chances de recuperação e manutenção da qualidade de vida", complementa o oncologista Fabio Schutz.

Terapia

Para pacientes que em decorrência da doença apresentam metástase óssea, o que acontece em muitos casos, ou que tem o chamado "câncer de próstata resistente à castração", ou seja, quando a doença continua evoluindo mesmo que ocorra a eliminação dos hormônios masculinos que alimentam o crescimento das células cancerígenas, o uso do cloreto de rádio (223 Ra) foi aprovado pela Anvisa em 2016, terapia que contribui com o aumento na sobrevida desses pacientes e melhora na qualidade de vida. É o primeiro medicamento radioativo aprovado no País.

A pesquisa foi feita em 2018 em oito capitais: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Recife, com 2.400 homens acima dos 45 anos.


Diário de Cachoeirinha
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