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Região metropolitana

Líder de quadrilha e outros cinco são presos em operação contra tráfico de drogas

Três integrantes da organização criminosa já estavam na prisão
12/02/2019 11:16 12/02/2019 11:19

Foto por: Divulgação/Polícia Civil
Descrição da foto: Operação Fechamento desarticulou quadrilha de tráfico na manhã desta terça-feira
A Operação Fechamento, contra uma das principais quadrilhas de tráfico de drogas, prendeu seis pessoas na manhã desta terça-feira (12), entre elas o principal líder do grupo criminoso. Foram cumpridos, ao todo, 12 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão preventiva por agentes da Delegacia de Capturas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Decap/Deic). A ação ocorreu em Porto Alegre, Alvorada e Gravataí. Outros três integrantes já haviam sido presos anteriormente.

O líder da quadrilha estava escondido no sótão de uma residência no bairro Santana, em Porto Alegre. Como ele usava tornozeleira eletrônica, o sinal indicava a localização dele, porém os policiais não o encontravam nos cômodos da casa.

Segundo o delegado Arthur Raldi, durante as investigações foram identificados os principais integrantes deste "braço" da organização criminosa. No final de 2017, foi preso, no Paraná, um dos líderes e, no ano seguinte, o outro, no Paraguai. As investigações seguiram até que fosse possível identificar os principais membros deste "braço" do grupo.

“Nesta operação, o principal líder havia sido preso por esta especializada no município de Caiobá/PR, no final de 2017, quando se encontrava na condição de foragido desde março de 2016 e também possuía dois mandados de prisões contra si, sendo um mandado de prisão preventiva e um mandado de prisão decorrente de sentença penal condenatória definitiva, resultando em uma pena de 33 anos e três meses de reclusão”, disse o delegado Raldi.

Entre os antecedentes, o preso conta com crimes como homicídio, roubo a estabelecimento bancário, roubo e clonagem de veículos e tráfico de drogas. Ele havia sido beneficiado pela progressão de regime e inclusão no sistema de monitoramento eletrônico por tornozeleira, em fevereiro de 2019, o que ocasionou uma forte preocupação por parte das forças de segurança pública do Rio Grande do Sul, especialmente pelo histórico de fugas e de crimes violentos, aliados ao seu "status" dentro da organização criminosa e a dificuldade que se teve na última localização e prisão.


Diário de Cachoeirinha
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