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Atenção

Levantamento alerta para infestação do Aedes aegypti em 93 cidades do RS

Esses municípios representam uma população de 3,3 milhões de pessoas, ou 29,4% da população do Estado
30/11/2018 15:37

Um total de 305 municípios do Estado realizou no último mês o quarto Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) e o Levantamento de Índice Amostral (LIA) do ano. A análise aconteceu nas cidades consideradas infestadas pelo mosquito. Pelo método, 93 cidades do Rio Grande do Sul possuem infestação em situação de alerta ou risco alto, o que representa que ao menos 1% dos imóveis vistoriados apresentava focos de larvas do inseto, que é o transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Somados, esses municípios representam uma população de 3,3 milhões de pessoas (ou 29,4% do Estado). O fato reforça as ações preconizadas pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) nesta época do ano, já que o Aedes tem sua circulação intensificada no verão, em virtude da combinação da temperatura mais quente e chuvas.

Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas. O objetivo é que os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do Aedes aegypti.

O secretário estadual da Saúde, Francisco Paz, avaliou o que os números indicam. “Quanto maior o índice de infestação, mais risco há de surto das doenças transmitidas pelo mosquito”, considerou.

Cento e oitenta e duas cidades gaúchas não são consideradas infestadas pelo Aedes e, por isso, não realizam o LIRAa. Entre as que realizaram o levantamento, 212 apresentaram índice satisfatório, quando é inferior a 1%. Por outro lado, 84 foram consideradas em situação de alerta (índice entre 1% e 3,9%).

Outras nove tiveram índice superior a 3,9%, considerado de risco alto. Estão concentrados no Norte e Noroeste do estado. São eles: Ajuricaba, Garruchos, Nonoai, Santo Antônio das Missões, Santo Cristo, São Borja, São Nicolau, Três de Maio e Vista Gaúcha. Nove cidades com infestação não apresentaram os resultados do LIRAa.

Nas duas primeiras versões do método, realizadas no primeiro semestre do ano, os índices estavam em situação pior. No primeiro, eram 93 municípios em situação de alerta e 65 em risco alto, enquanto na segunda edição passaram a 105 e 33, respectivamente. No terceiro, realizado no inverno, os registros baixaram, o que é esperado já que a circulação do Aedes reduz em virtude da queda das temperaturas, chegando assim a apenas 21 municípios em alerta e nenhum como risco alto.


Diário de Cachoeirinha
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