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Dia de paralisação

21 Estados do País realizaram manifestações ao longo desta sexta-feira

45 milhões de trabalhadores aderiram à greve em 300 cidades
14/06/2019 19:39 14/06/2019 19:39

Foto por: Cpers Sindicato / Reprodução / Facebook
Descrição da foto: Manifestação na região central de Porto Alegre
Interrupções parciais nos transportes públicos, vias fechadas e protestos marcaram nesta sexta-feira (14) o início da greve contra a reforma da Previdência, a poucas horas do jogo de abertura da Copa América, a ser disputado em São Paulo.

Comunicados enviados por sindicatos apontam paralisações nos setores petroleiro e bancário, além dos serviços de correios de vários Estados. O movimento também ganhou a adesão de estudantes e professores que realizaram no mês passado duas grandes manifestações contra o corte de verba para as instituições federais de ensino.

De acordo com o primeiro balanço das centrais sindicais divulgado ao meio-dia, 45 milhões de trabalhadores aderiram à greve em 300 cidades de quase todos os estados. Foram registrados protestos em 84 cidades de 21 estados pela manhã.

Em São Paulo, onde a Seleção Brasileira encara a Bolívia no Morumbi, na primeira partida da Copa América, uma linha de metrô foi completamente paralisada e outras três funcionavam parcialmente, segundo dados da companhia pública de transporte. Apenas as linhas 4, que leva ao Morumbi, e a 5, ambas de gestão privada, funcionavam normalmente.

Os ônibus urbanos operavam com toda a frota, de acordo com a prefeitura da capital paulista, assim como os trens. Apesar da aparente normalidade no serviço foram registradas aglomerações nas estações e atrasos que afetaram a população da maior cidade da América do Sul.

Em outras capitais, como Salvador, apenas o metrô funcionou, enquanto em Brasília, Porto Alegre e Recife a interrupção era parcial. Em Belo Horizonte, o metrô permanecia fechado, de acordo com a imprensa local.

Também pela manhã manifestantes fizeram bloqueios em vias de várias cidades, como no Rio de Janeiro, onde a polícia chegou a usar bombas de lacrimogêneo e de efeito moral para dispersar os protestos,.

Para a tarde, os sindicatos convocaram passeatas nas principais cidades do País.

Situação em Porto Alegre

Em Porto Alegre, desde o meio da tarde, manifestantes se reúnem nas ruas centrais. A concentração maior ocorreu por volta das 18 horas na Esquina Democrática. De acordo com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), o grupo formado por diferentes centrais sindicais se deslocou pelas principais ruas da cidade, incluindo a Avenida Borges de Medeiros, via onde passam a maioria dos ônibus na capital. Com isso, o trânsito precisou ser desviado na área central. Um dos pontos de encerramento do ato será o Largo Zumbi dos Palmares.

Diário de Cachoeirinha
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