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Pela Internet

Governo lança simulador com alíquotas propostas na reforma da Previdência

Em breve, entrará no ar simulador das regras de aposentadoria
15/04/2019 09:44 15/04/2019 09:49

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Simulador com alíquotas propostas na reforma da Previdência está no ar
Em campanha pela aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional, o governo lançou um simulador para que a população possa entender os detalhes da proposta. Nessa primeira fase, é possível descobrir qual seria o impacto da aprovação das novas alíquotas de contribuição, que são cobradas de acordo com a faixa de renda e vão de 7,5% a 14% no INSS e até 22% no caso de servidores públicos que recebam alguma parcela acima do teto remuneratório.

A calculadora está no portal de serviços do governo federal e pode ser acessada nomeaqui .

Em breve, o governo pretende disponibilizar o simulador das regras de aposentadoria.

O anúncio foi feito pelo secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, em sua conta no Twitter. O mote do governo para defender a mudança nas alíquotas é que "quem ganha mais paga mais, e quem ganha menos paga menos".

Para fazer a simulação, o trabalhador deve indicar primeiro se ele é do setor público ou privado. Caso ele contribua ao INSS, basta inserir o valor do salário e obter a comparação de quanto ele paga hoje e quanto passaria a ser cobrado após a reforma.

Serviço público

Caso o trabalhador seja servidor público federal, ele precisa primeiro indicar se pertence ao regime antigo (que permite se aposentar com salários acima do teto do INSS) ou do novo (para quem ingressou a partir de 2013, quando foi instituído o regime de Previdência complementar dos servidores). Também é preciso responder à pergunta se é ou não aposentado ou pensionista - os inativos pagam alíquota apenas sobre a parcela que exceda o teto do INSS.

 

Para servidores de Estados, Distrito Federal e municípios, a cobrança das alíquotas não seguirá o modelo da União - por isso, a calculadora acaba valendo apenas para o funcionalismo federal. Mas a reforma determina que governos estaduais e municipais que tenham regime próprio de Previdência com déficit atuarial ou financeiro devem elevar suas alíquotas até pelo menos 14%.

Diário de Cachoeirinha
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