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Crime em 2016

Júri espanhol considera brasileiro culpado por assassinato de familiares

Patrick Nogueira pode ser condenado à prisão perpétua. Decisão será de juiz de Guadalajara
03/11/2018 19:11 03/11/2018 19:17

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Casal Marcos Nogueira e Janaína Américo
O júri de um tribunal espanhol considerou neste sábado (3) culpado um jovem brasileiro acusado de assassinar a sangue frio dois tios e dois primos em 2016, um crime que comoveu a Espanha.

Os nove membros do júri haviam iniciado suas deliberações na sexta-feira (2), e concluíram que Patrick Nogueira, 22 anos, matou intencionalmente seus familiares.

"Sabia o que era certo e errado, e as consequências. Não foi um ato errático, foi planejado", indica a declaração do júri.

O assassino confesso de seu tio por parte de mãe, a mulher dele e os dois filhos do casal, de 1 e 3 anos, disse em sua primeira declaração no começo do julgamento, em 24 de outubro, que pedia perdão à sua família e à família de sua tia Janaína.

O juiz do tribunal da Audiência Provincial de Guadalajara, a cerca de 60 quilômetros de Madri, deve decidir agora a data da audiência em que será conhecida a sentença de Patrick, que pode ser condenado à prisão perpétua.

O brasileiro fugiu pouco depois de cometer o assassinato para João Pessoa, Paraíba. Retornou à Espanha em outubro de 2016 e se entregou à polícia, convencido por sua família de que seria melhor cumprir pena na Espanha do que no Brasil.

Agiu de forma premeditada

A promotoria sustentou que o jovem brasileiro agiu de forma premeditada e pediu a pena máxima prevista no código penal espanhol, uma condenação perpétua que pode ser revisada a partir dos 25 anos de prisão.

Mas a defesa busca uma pena inferior, alegando "transtorno mental transitório" do réu e o atenuante de ele ter confessado o crime.

O brasileiro se defendeu alegando, na semana passada, que sentia emoções incontroláveis. "Notei que minhas emoções, o modo como me comporto, não é igual ao dos demais, é sempre agravado", declarou Patrick Nogueira no tribunal.

O jovem chegou à casa dos tios no dia dos crimes com uma faca afiada, sacolas plásticas e fita de vedação.

Ele assassinou primeiro a tia, Janaína Santos Américo (39 anos) e os dois filhos do casal. Esperou a chegada do tio materno Marcos Campos (40 anos) e também o matou.



Diário de Cachoeirinha
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