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Operação Pancada

PF mira criminosos que faturavam R$ 2,5 milhões mensais com venda de cigarros clandestinos

Operação foi deflagrada em 12 cidades gaúchas e uma catarinense
10/10/2018 08:59 10/10/2018 09:07

Foto por: Polícia Federal/Especial
Descrição da foto: PF mira criminosos que faturavam R$ 2,5 milhões mensais com venda de cigarros clandestinos
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (10) uma grande operação para desarticular duas quadrilhas investigadas pela venda cigarros contrabandeados ou distribuídos com sonegação de tributos. Mandados são cumpridos em 12 cidades gaúchas e uma catarinense.  

Segundo a PF, a suspeita é que os grupos tenham movimentado mais de 2,5 milhões de reais por mês com a distribuição de meio milhão de maços de cigarro na região Sul do Estado. A investigação teve o apoio da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

Batizada de Operação Pancada, a ação reúne cerca de 250 policiais federais para cumprir 16 mandados de prisão e 66 de busca e apreensão em Rio Grande (38), Pelotas (1), Cachoeirinha (1), Alvorada (1), Porto Alegre (4), Barão do Triunfo (4), Gravataí (1), Canoas (5), Esteio (1), Caxias do Sul (5), Agudo (1), Cachoeira do Sul (3) e Maracajá (1), em Santa Catarina.

A Operação Pancada iniciou em março de 2018 quando a Polícia Federal descobriu um depósito, em Rio Grande, com 380 mil maços de cigarros estrangeiros, avaliados em R$ 2 milhões. Na ocasião, quatro pessoas foram presas em flagrante. A investigação constatou a atuação de organizações criminosas que distribuíam, na zona sul do Estado, cigarros contrabandeados e, também, produzidos clandestinamente no País, de marcas idênticas às paraguaias. O preço do produto falsificado, muitas vezes, era inferior ao do cigarro contrabandeado.

Nome da operação

Pancada, conforme a Polícia Federa, é o nome do depósito localizado em março, que deu início à investigação. O estabelecimento fica na Rua Henrique Pancada, em Rio Grande.


Diário de Cachoeirinha
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