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Responsabilidade empresarial

Cálculos que fazem a Dana girar

Com uma equipe composta por 13 pessoas - sendo 10 em Gravataí e três em Jundiaí (SP), o setor de Te­souraria da Dana funciona como uma es­pécie de pulmão
10/10/2018 09:58 10/10/2018 09:58

Foto por: GES-Especial
Descrição da foto: Equipe Gravataí (da esquerda para direita): Larissa Luz, Rodrigo Martins, James Figueiredo, Kátia Dias, Júlio Harada, Jenifer Cardoso, Tatiana Santos e Lucas Rodrigues
Com uma equipe composta por 13 pessoas – sendo 10 em Gravataí e três em Jundiaí (SP), o setor de Te­souraria da Dana funciona como uma es­pécie de pulmão. É essa área a responsá­vel por dar fôlego para a companhia girar, gerenciando recursos em caixa - ou neces­sários - e interagindo com os demais seto­res da fábrica, tudo para que colaborado­res e fornecedores recebam em dia. Mas é na planta Gravataí que estão concentrados todos esses esforços que envolvem núme­ros, cálculos de risco e prazos, entre tan­tas outras atividades. Além do Brasil, a unidade ainda é responsável por coorde­nar as operações de tesouraria das Danas Argentina, Colômbia e Equador.

De acordo com o Gerente Sênior de Te­souraria, Júlio Harada, as funções do setor podem ser definidas em uma fra­se: “Gerenciamento de fluxo de caixa”. Também são gerenciados os riscos finan­ceiros e de crédito de clientes e mantido constante relacionamento com as institui­ções financeiras (bancos). Também fazem parte da estrutura da Tesouraria da Dana as áreas de “contas a receber” e o “con­tas a pagar”.

Captação de recursos e relacionamento com o mercado financeiro

As entradas e saídas de recursos – de todas as áreas da Dana – são analisadas, assim como tudo que diz respeito a valores. Todas as infor­mações são revisadas a curto (diariamente), mé­dio (próximos três me­ses) e longo (próximos 12 meses) prazos.
O curto prazo é ne­cessário para avaliar se há recursos para o que está sendo feito ou que está planejado fazer ou que ações deve tomar.

Dentro do hall de ati­vidades, o relaciona­mento com o mercado financeiro é destaque. Essa relação também envolve a par­te de cobranças. “No mercado de reposição, por exemplo, temos a cobrança escri­tural, que são os bole­tos que são enviados aos bancos. Os bancos emitem os documentos, eles vão para os clien­tes, e tudo isso se dá de forma eletrônica. Quan­do o cliente paga, ele­tronicamente o banco compensa isso e volta um arquivo retorno pra nós”, explica Harada.

Dentre as diversas áreas da empresa, a Te­souraria é a que mais interage com todas. Re­lações com o setor de Vendas, Compras, Lo­gística, RH e com a pró­pria planta são constan­tes. Segundo o gerente, isso ocorre porque to­dos os dados implicam em geração ou captação de recursos. Ou seja: tu­do acaba no fluxo de caixa da companhia.

Trabalho para novos produtos

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Equipe Jundiaí: Tatiane de Assis (E), Giane Fioresi e William de Oliveira
A Tesouraria trabalha de maneira antecipada quando o assunto é um novo projeto/produto. Com as infor­mações recebidas da planta, o setor consegue projetar valores a serem investidos ou que precisam de cap­tação. “Capex [abreviação da expressão em inglês “capital expenditure”, ou gasto de capital] significa quanto vamos gastar de ca­pital para compra de ativos que vão produzir as peças. São máquinas, equipamentos. Recebemos essas in­formações e começamos o planeja­mento da necessidade futura de cai­xa/recursos.”

“Quando temos essa previ­são de investimento, como Tesoura­ria olhamos primeiro o fluxo de caixa e se existe o recurso necessário para tudo aquilo que está previsto no ano ou se precisamos de mais recursos”, aponta o gerente.
Quando é necessário captar recursos, o setor de Tesouraria avalia as taxas de juros do mer­cado, com­para com as taxas obtidas pela Dana no exte­rior e opta pelo melhor caminho.

Tudo passa pela tesouraria

A definição de uma operação nova ou de um produto novo não é da Tesouraria, mas o modo como isso deve ser conduzido também envolve o setor.
Passam pela Tesou­raria desde a compra de um simples lápis aos inves­timentos em ativos fi­xos.

Os pagamentos de salários também passam pelo setor, uma vez que é a Te­souraria a responsá­vel por gerenciar os recursos disponíveis para os pagamentos, processo fortalecido pela necessária previsi­bilidade do fluxo de caixa.



Diário de Cachoeirinha
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