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Conscientização

Nova campanha traz histórias impactantes para alertar sobre vacinação

Ministério da Saúde chama atenção sobre baixa procura por imunizações a crianças
11/10/2018 15:40 11/10/2018 15:40

Foto por: Divulgação/Ministério da Saúde
Descrição da foto: Sob o conceito "Porque contra arrependimento não existe vacina", as peças publicitárias mostram casos reais de pessoas que sofrem pela não vacinação.
A queda na cobertura vacinal no Brasil em 2016 e 2017 acendeu alerta em função do risco da reintrodução de doenças já eliminadas ou erradicadas no País, como a poliomielite, sarampo e rubéola. Neste sentido, o Ministério da Saúde lança, nesta quinta-feira (11), uma campanha publicitária que chama atenção para a importância de manter a vacinação em dia.

O objetivo é mostrar que as baixas imunizações podem ser perigosas, já que abrem caminho para a reintrodução de doenças já eliminadas no País e que podem até matar. Dados preliminares, até agosto de 2018, mostram que a cobertura vacinal de crianças menores de dois anos não é a ideal, e gira em torno de 50% e 70%. O Ministério da Saúde preconiza a cobertura acima de 90% ou 95%, a depender da vacina.

Sob o conceito “Porque contra arrependimento não existe vacina”, as peças publicitárias mostram casos reais de pessoas que sofrem até hoje pela não vacinação. Pela primeira vez, a mascote das campanhas de vacinação do Ministério, o Zé Gotinha, aparece em um tom sério e preocupado. “Há uma tendência de queda na vacinação, são dois anos consecutivos de redução. Nós precisamos reverter esse cenário e não entrar no terceiro ano de baixas coberturas vacinais”, pontuou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

A campanha conta com dois filmes de 60 e 30 segundos, spots de rádio, anúncios de jornal e revista, mobiliários urbanos, painéis e diversas ações na internet e nas redes sociais, com o Zé Gotinha assumindo um papel de influenciador digital. Além disso, serão produzidos materiais com o calendário de vacinação para serem distribuídos para todas as unidades de saúde do Brasil.


Diário de Cachoeirinha
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