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Eugenio Amorim

O Brasil que eu quero?

"Nada melhor que dar esta resposta em pleno 7 de outubro!"
07/10/2018 07:00

Eugenio Amorim é promotor de Justiça
epa1966@hotmail.com

A televisão dominante, em um falso momento patriótico, me pergunta sobre o Brasil que eu quero para o futuro. Nada melhor que dar esta resposta em pleno 7 de outubro!

Primeiramente, eu quero um Brasil onde o tráfico de drogas não seja tratado com concessões ou teorias de descriminalização (liberação), onde os homicídios estejam bem longe dos 63.800 anuais e sejam devidamente investigados e punidos, onde os assaltantes e latrocidas apodreçam na cadeia, onde os corruptos sejam de fato punidos e não invertam a culpa acusando e buscando cercear o Poder Judiciário, o Ministério Público e as Polícias. Aliás, um país sem policiofobia, onde os bandidos sejam considerados inimigos sociais e não vítimas da sociedade.

Neste Brasil, quero que as obras de infraestrutura sejam muitas e bem escolhidas e planejadas, sem que as empreiteiras estabeleçam negociatas criminosas e fraudulentas para fazer fundo de campanha a organizações criminosas da política e sem enriquecer falsos líderes políticos com dinheiro sujo.

Quero mais! Quero educação fundamental de alto nível, valorização e respeito aos professores e acesso a todos em igualdade de condições nos bancos universitários. Mas que tudo isso seja feito com hierarquia e disciplina entre alunos e mestres, com civismo e patriotismo na veia do aprendizado, sem ideologia de gênero e o ensino de promiscuidade às crianças, com respeito à família e a religião e o mais fundamental: com professores e instituições imparciais e honestos, sem ideologias a transformar alunos em focas ou micos amestrados para o mal.

Quero ainda que este Brasil tenha muita saúde para a população, valorizando os médicos e demais profissionais da área, sem a necessidade de importar o atendimento com fins escusos.

Desejo muito um Brasil verdadeiramente democrático e livre, que não tenha conexões com ditaduras de outros países, que não alimente ideologias que produzem miséria e dor. Um lugar onde haja a verdadeira liberdade de expressão, onde o politicamente correto vá para o inferno, e onde as pessoas sejam estimuladas a produzir, trabalhar e estudar, conseguindo seu progresso pessoal sem inveja ou presentes do Estado. Onde o ser humano possa se desenvolver sem muletas que cada vez mais o prendam à ignorância que cabresteia o voto e perpetua bandidos e organizações criminosas no poder.

Neste país, negros, brancos e mestiços, pobres, ricos e classe média, heterossexuais e homossexuais, homens e mulheres, gente de todas as crenças, idades e preferências conviverão muito bem. Não haverá quem lhes lance lenha na fogueira das divisões...
Este é o Brasil que eu quero!!!


Diário de Cachoeirinha
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