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Luta contra violência sexual

Ginecologista e ex-escrava sexual do Estado Islâmico dividem Nobel da Paz

Médico da República Democrática do Congo Denis Mukwege e a ativista do povo yazidi Nadia Murad lutam contra a violência sexual como arma de guerras e conflitos armados
05/10/2018 07:05 05/10/2018 07:06

Foto por: JOEL SAGET, MARK WILSON/JOEL SAGET, MARK WILSON /AFP / GETTY IMAGES NORTH AMERICA
Descrição da foto: Médico ginecologista Denis Mukwege e ativista Nadia Murad vão dividir o Prêmio Nobel da Paz
O Prêmio Nobel da Paz de 2018 foi concedido nesta sexta-feira (5) a uma dupla considerada exemplo nos esforços para para acabar com o uso da violência sexual como arma de guerras e conflitos armados. O congolês Denis Mukwege e a ativista do povo yazidi Nadia Murad são os agraciados este ano. Ela foi escrava sexual no Iraque.

"Cada um deles, à sua maneira, ajudou a dar maior visibilidade à violência sexual em tempo de guerra, de modo que os perpetradores possam ser responsabilizados por suas ações", diz o texto oficial da Academia do Prêmio Nobel, na Suécia. O prêmio reconhece a maior contribuição para a paz mundial.

Médico ginecologista, Denis Mukwege atua nos cuidados e na defesa das vítimas de violência e abuso sexual. Já Nadia Murad, da minoria yazidi perseguida em vários países, é considerada testemunha dos abusos. 


Indicados

A lista de indicados é mantida em sigilo, daí a dificuldade em saber exatamente quem são. Porém, foi informado que, neste ano, houve 311 concorrentes: 216 pessoas e 115 organizações.

Os nomes dos líderes coreanos Kim Jong-Um, da Coreia do Norte, e Moon Jaen-in, da Coreia do Sul, integraram a lista, assim como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

Outra organização cotada foi a União Americana pelas Liberdades Civis (em inglês ACLU) pela defesa das liberdades individuais e, principalmente, dos imigrantes e refugiados nos Estados Unidos.

Histórico

O primeiro Nobel da Paz foi entregue em 1901. Já receberam a premiação líderes internacionais envolvidos na resolução de conflitos internacionais, como Shimon Peres, Yasser Arafat e Yitzhak Rabin, em 1994.

Temas ambientais, de direitos humanos e combate à pobreza também estiveram entre os assuntos de destaque do Nobel da Paz. No ano passado, a Campanha Internacional pela Abolição de Armas Nucleares recebeu o prêmio.



Diário de Cachoeirinha
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