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Contaminação

Qual o ponto certo? Nutricionista diz que carne mal passada também pode trazer riscos

Virgínia Gallas cita que não apenas a carne crua merece atenção
26/09/2018 14:56 26/09/2018 14:57

Foto por: Free Images
Descrição da foto: Carnes cruas ou mal passadas podem gerar contaminação
É possível que você tenha uma preferência quando o tema é carne: mal passada, ao ponto ou bem passada. Porém, para a saúde, é interessante saber algumas recomendações sobre este tema, pois carnes cruas ou mal passadas podem gerar contaminação.

A nutricionista da Unimed Encosta da Serra, Virgínia Gallas, explica que o consumo de toda a carne crua possui um risco que só é eliminado com a cocção ou fritura da proteína em temperaturas superiores a 70 graus. “A carne consumida mal passada possui menos risco do que a carne crua, mas não está livre”, diz.

Os principais riscos são contaminações por microrganismos, vírus e protozoários. Na carne bovina e de porco, podem ser encontrados salmonela, shigella e escherichia-coli. No salmão, pode haver listeria ou o parasita diphyllobothrium latum.

Segundo Virgínia, a ingestão de carne vermelha está liberada quando se respeitam cuidados e limites na alimentação. A recomendação é de acordo com as necessidades de cada um, considerando idade, sexo, atividade esportiva, valor energético total, estado nutricional, entre outros.

Cada ponto

Bem passada: deve ser evitada quando tostada, pois aumenta a chance de exposição a substâncias cancerígenas. Porém, carne bem cozida apresenta menos chances de contaminação.
“Ao ponto”: não expõe a substância cancerígenas e é uma excelente fonte de proteína e de ferro.
Mal passada: o consumo deve ser evitado, pois favorece o surgimento de infecções bacterianas e de parasitas.


Diário de Cachoeirinha
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