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Caso Nicolle

MP denuncia três suspeitos pela execução de modelo

Jovem desapareceu em junho do ano passado, em Cachoeirinha, e mistério sobre onde está seu corpo permanece
05/07/2018 18:45 05/07/2018 19:19


Divulgação
Nicolle Brito Castilho da Silva
Três pessoas foram denunciadas pela promotoria de Justiça de Cachoeirinha pelo homicídio da modelo Nicolle Brito Castilho da Silva: o mandante do crime, um suspeito de ocultar o cadáver da vítima e uma jovem. O corpo da modelo nunca foi encontrado. Os dois homens foram presos anteriormente, por outros crimes. Eles já têm antecedentes criminais por porte ilegal de arma de fogo, roubo e tráfico de drogas. A mulher não tem passagem pela polícia.

O Ministério Público considera que o homicídio de Nicolle, desaparecida de casa em 2 de junho do ano passado, o homicídio foi triplamente qualificado: houve emprego de tortura, foi cometido mediante dissimulação e por motivo torpe. Como ainda não houve parecer de um juiz sobre a denúncia, o Ministério Público mantém sigilo sobre o documento.

A Polícia Civil encerrou o caso no início do mês passado, depois de um ano de investigação. No período, 26 testemunhas prestaram depoimento e foram cumpridos 15 mandados judiciais, culminando com o indiciamento dos três suspeitos pelo crime.

O inquérito policial, de responsabilidade do titular da 1ª Delegacia da Polícia Civil em Cachoeirinha, delegado Leonel Baldasso, trata o caso como assassinato. À época em que o inquérito de mais de mil páginas foi entregue, o delegado afirmou que Nicolle foi torturada. "Um dos indiciados cumpre pena no (Presídio) Central, por roubo. Temos uma gravação dele em que diz que 'picaram' a Nicolle, mas não fala sobre onde pode estar o corpo. Este é indiciado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver", diz Baldasso. Em depoimento, porém, o homem negou a participação no homicídio. Segundo Baldasso, Nicolle foi vítima da suspeita nunca confirmada de ter participado indiretamente das execuções Ricardo Sobrinho, 26 anos, e de Paola dos Santos, 21, em Gravataí. Paola e Nicolle eram amigas, e num dos áudios obtidos pelos investigadores a jovem indiciada, ex-estagiária da Justiça, diz-se preocupada por Nicolle revelar "o que não deveria" a um membro de organização criminosa.



Diário de Cachoeirinha
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