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Pensando no futuro

Escolas investem na preservação ambiental

No Carlos Wilkens, por exemplo, jardim sensorial estimula todos os sentidos dos alunos
14/06/2018 10:31 14/06/2018 10:31


Diléa Fronza/GES-Especial
Para todos os sentidos escola criou um jardim sensorial com os alunos
Em Cachoeirinha, as escolas estão pensando no futuro e na preservação do meio ambiente. Cinco delas participaram de uma conferência estadual, onde apresentaram as suas propostas. De acordo com Nara Prates, assessora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação (Smed), as atividades foram apresentadas na 5a Conferência Infantojuvenil do Meio Ambiente que abrangeu todas as escolas do município.

“Cinco delas aderiram às propostas e começaram a desenvolver os seus projetos. A Costa e Silva está reutilizando óleo de cozinha. Com ele, confeccionam sabão de maneira artesanal. A Carlos Wilkens tem um jardim sensorial. A Portugal trabalhou com o tema água virtual, que é uma visão de como a água é utilizada para fazer a alimentação do dia a dia, confecção de roupas, o quanto se utiliza e qual a real noção para consumir o produto. Já a

Assunção trabalhou com a reorganização do espaço visando principalmente a situação que fica próxima à escola. Ali tem um descarte irregular imenso e eles estão fazendo um trabalho com a comunidade de reorganizar esta situação. Por fim, o Jardim do Bosque também vem trabalhando a água, pensando no reflorestamento da mata ciliar, e na organização dos espaços internos, levando para as famílias o que pode ser feito”, explica.

Ampliar para as demais

A Smed pretende ampliar para as demais escolas da rede o projeto. “Queremos pensar em qualidade de vida, não só dos nossos alunos, mas também as suas famílias. Estamos pensando nos espaços, em fazer a preservação do meio ambiente e na mudança de hábitos que de uma maneira ou outra acaba deixando de lado ao longo do dia a dia”, acrescenta Nara.

Wilkens fez o seu jardim


Diléa Fronza/GES-Especial
Jardim é o novo espaço dos alunos
Na Emef Carlos Wilkens, um espaço que não era muito utilizado, agora tem um novo sentido. Os alunos criaram ali um jardim sensorial. “Um jardim sensorial é, ao mesmo tempo, uma proposta de inclusão social, uma possibilidade terapêutica e um projeto pedagógico. Esse tipo de jardim possui grande influência oriental, manifestando-se através de quatro sentidos do corpo humano: o tato, através das texturas das plantas, a audição, com os repuxos d’água, a visão, através das cores exuberantes; o olfato com os aromas das espécies”, explica a vice-diretora Clarice Cecilia Herbet.

A escola montou do grupo DDN, que significa Defensores da Natureza. “Estes alunos estiveram na conferência do meio ambiente mostrando o nosso trabalho e participaram de toda a montagem do jardim”, acrescenta Clarice. No local, há grama, bancos, o jardim sensorial e uma fonte que trabalha a questão da audição. Para as alunas Lavinia da Silva Vieira, 13 anos, do 8º ano, Gabriela Vieira, 16 anos, do 9º e Gabriele Souza Dias, 13, do 8º, lembram que o objetivo também é sensibilizar a comunidade escolar. “Falar da preservação ambiental, mostrar que é possível fazer mais e estimular todos a cuidar do espaço. Acho que é o que estamos fazendo aqui. E quando nós sairmos, vamos deixar para as crianças a herança, para que eles continuem preservando. O espaço ficou muito legal”, diz Lavinia.

As plantas foram doação da comunidade, assim como as tintas. O espaço ainda é mantido fechado e aberto individualmente para as turmas.

Vai virar exposição

O trabalho desenvolvido pelas escolas vai virar exposição no Shopping do Vale. A expectativa é que ela comece na próxima semana. A data e a programação serão divulgadas em breve pela Secretaria de Educação.


Diário de Cachoeirinha
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