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Solidariedade

Para doar sangue basta ter boa vontade

Nesta quinta-feira (14) é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue
14/06/2018 10:32 14/06/2018 10:32


Arquivo pessoal
Ana de Cássia dos Santos foi doar pela primeira vez
É rápido, indolor e pode salvar muitas vidas. Hoje é Dia Mundial do Doador de Sangue, uma ação muito nobre de ajuda ao próximo, mas que ainda tem poucos adeptos. Para incentivar que moradores de Gravataí e Cachoeirinha pratiquem a ação, programas de doação são realizados pelos hospitais da região e até pelo gabinete da primeira-dama de Cachoeirinha. Uma vez por mês, caronas são dadas para que as pessoas não tenham nenhum custo para fazer a boa ação. Ou seja, para doar, basta ter disposição e vontade.

A consultora de beleza Ana de Cássia dos Santos, 42 anos, doou sangue, pela primeira vez. “Há muito tempo eu queria ser doadora de sangue mas não tinha oportunidade.” Ela afirma que o exemplo recebeu do pai, que era doador. “Esse é um gesto de amor que temos que ter com o próximo. Muitas vezes não ajudamos instituições por não termos dinheiro ou por não termos tempo. Esta é uma ação simples, que não gastamos nada e podemos fazer a diferença na vida de muitas pessoas.”

Já o funcionário público Vinícius Cardoso, 54 anos, destaca que é doador de sangue há pelo menos 30 anos. “Sei o quanto é necessário doar para salvar vidas e por isso faço.” Ele revela que incentiva todos da família a fazer o mesmo. “Acho que todos poderiam ter isso como uma obrigação. Fazer para ajudar o outro.”

É só agendar para ir

O Serviço Social do Hospital Padre Jeremias de Cachoeirinha disponibiliza uma “carona” que leva e traz as pessoas interessadas em doar sangue ao Hemocentro, em Porto Alegre. A ação ocorre todas as quartas e sextas-feira, às 13 horas, basta fazer um agendamento pelo 3441-9605. Para grupos de 10 a 12 pessoas, a assistente social do hospital, Solange Soster, comenta que há a possibilidade de agendamento da van do Hemocentro. “As pessoas nos procuram, fazemos o contato com o Hemocentro e agendamos o transporte.”

Estoque insuficiente

O Hospital Dom João Becker, em Gravataí, faz campanhas mensalmente. Toda última quarta-feira do mês, em parceria com a empresa Sogil, é disponibilizado um ônibus social que leva os doadores até o Hemocentro, com saída às 7h45, em frente ao Hospital. Além disso, segundo a assessoria de comunicação da instituição, internamente é feita uma campanha para que familiares de pacientes se unam aos voluntários e façam doação de sangue. Além disso, campanhas com os funcionários do hospital também são realizadas sistematicamente. A casa de saúde possui um estoque de sangue, mas como em todo o estado, não é suficiente para a sua demanda.

Região mobilizada

De acordo com a responsável pela captação de doadores do Hemocentro (localizado em Porto Alegre), Maria de Lurdes Peck, Cachoeirinha e Gravataí possuem ações que “ajudam bastante na captação de doadores”. No caso de Gravataí, uma vez por mês, um ônibus leva doadores até o Hemocentro. Já em Cachoeirinha, além do envio de pessoas feito pelo Hospital Padre Jeremias, a primeira- Dama, Vanessa Morais, está realizando mensalmente a Caravana pela Vida, que disponibiliza também transporte para doadores da cidade. A próxima edição ocorrerá no dia 29 deste mês.

Ela revela que tanto o hospital Padre Jeremias como o Dom João Becker tem uma necessidade grande de bolsas de sangue anualmente e que a mobilização das casas de saúde para a doação é uma contribuição efetiva para o estoque. “O estoque do Hemocentro é único e atende 40 hospitais. Assim, precisamos sempre de doadores para manter o número de bolsas.”


Diário de Cachoeirinha
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