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Amor e exemplo

São mais 69 dias dos namorados para o José e a Alva

Casal conta como cultivar um sentimento por toda a vida
12/06/2018 12:59 12/06/2018 12:59


Paloma Vargas/GES-Especial
Um pouquinho de ciúmes sempre fez parte
Se nesta terça-feira (12) é um dia especial para aqueles que encontraram a sua cara metade, ou porque não dizer, encontraram o amor em outra pessoa, imaginem para este casal que se conhece e se namora desde o Carnaval de 1947. José Iranzo Troleis, 91 anos, e Alva Amélia Pereira Troleis, 87, têm neste Dia dos Namorados muitos motivos para comemorar. Eles formaram uma família linda, possuem 69 anos de casados e agora curtem a vida no Residencial Geriátrico Três Figueiras, em Gravataí.

Segundo Alva, neste dia em que as pessoas falam de amor, é importante se falar de união, companheirismo e respeito. Ela afirma que a receita do casal para estar junto há tantos anos é brigar pouco e se gostar. “A gente muito pouco briga. Claro que uns beicinhos , às vezes, acontecem, mas nunca fomos dormir de mal um com o outro. Sempre nos demos muito bem. Acho que este é o nosso segredo.”

Já José revela que seu amor tem inúmeras qualidades, o que o faz amá-la até hoje. “Ela sempre foi muito boa pra mim. Boa mãe, boa esposa, boa dona de casa e boa companheira. Sou muito feliz em tê-la ao meu lado”, revela.

Uma pitadinha de ciúmes

Paloma Vargas/GES-Especial
Casal teve dois filhos e nunca perdeu o romantismo
Alva também destaca que para o amor permanecer vivo, um pouquinho de ciúme precisa existir. “Pode até parecer mentira, mas ele tem ciúme de mim até hoje”, comenta ela, com um ar de satisfação, e completa: “Mas eu não tenho dele, porque sei que a vida toda, nunca foi namorador. Me escolheu e ficou comigo até hoje”.
Enquanto ouve atento a esposa contar, José sorri e concorda que tem “um pouquinho de ciúmes”.

Como tudo começou

E quem disse que amor de Carnaval não é duradouro? José e Alva estão aí para provar que isso não tem nada a ver. “Eu tinha 15 anos e aquele era o meu primeiro baile. Fui com as minhas irmãs e a minha mãe, meu pai já era falecido. O José me escolheu para dançar e não largou minha mão a noite toda. Depois, para garantir que me veria mais vezes, me acompanhou até em casa.”

Alva ainda lembra que suas irmãs acharam José feio e que no início do namoro, ainda brincavam: “Tu vais acabar casando com este alemão feio. E foi o que aconteceu (risos). Eu nunca o achei feio, mas tenho que confessar que foi ele que teve o amor à primeira vista”, conta.

Parceria para toda a vida


Paloma Vargas/GES-Especial
Casal teve dois filhos e nunca perdeu o romantismo
O casal concorda que aproveitou muito a vida, desde os tempos da juventude. “Ficamos três anos casados até vir o nosso primeiro filho. Então, íamos muito a bailes e passeios. Gostávamos de viajar e de coisas simples, como arroz, feijão e ovo frito”, destaca José.
Ele ainda lembra que depois de se aposentar como gráfico, com Alva, aproveitou muito os filhos, netos e bisnetos. “Nós viajávamos muito. Sozinhos, em família, em grupo. Nós gostávamos de pescar e de estar com os netos. Nós aproveitamos muito bem a nossa vida”, diz ela.

Agora, com a vida mais limitada por conta da idade e de algumas doenças que apareceram, o casal curte e namora no conforto do lar. “Ficamos no sofá, vendo TV de mãos dadas. Fazemos tudo juntos. É muito bom”, destaca Alva.

Seu José e Dona Alva tiveram dois filhos, Paulo Antônio, 65, e Júlio César, 63. Deles vieram os dois casais de netos e agora, dois bisnetos. Para Paulo, eles são um exemplo de longevidade, respeito e parceria. “É muito bom ver eles se curtindo até esta idade. Eles fizeram uma parceria de vida que deu certo.”


Diário de Cachoeirinha
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