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Esperança

Em Brasília, conversa na Emgea traz esperança para o caso da Granja

Negociação para uso do FGTS na Granja avançou e agora o assunto é com a Habitasul
11/06/2018 10:30 11/06/2018 10:30


Divulgação
Na Emgea representantes do município trataram da questão da Granja Esperança
Uma reunião longa e bem técnica. Foi com estas palavras que o presidente da Câmara, Rubens Otávio Ohlweiler descreveu a reunião que os representantes dos poderes Executivo e Legislativo de Cachoeirinha tiveram com a Empresa Gestora de Ativos (Emgea) na capital federal. O assunto foi a situação das 1.632 famílias que querem regularizar as suas casas na Granja Esperança.

“Explicamos o contexto e a necessidade de conseguirmos flexibilizar a forma de pagamento para a regularização das residências. São dois principais problemas: a entrada de 10% e o valor das parcelas que são muito altas para a comunidade, em face do curto prazo de financiamento, o que torna inviável a população assumir tal obrigação contratual da forma que está colocada. A Emgea se colocou à disposição para avaliar nova pactuação, no que tange entrada, prazo e juros, porém deve ser provocada pela Habitasul que figura como devedora da empresa gestora de ativos”, explica Rubens.

Ainda de acordo com ele, foi salientado pela Emgea que a provocação da Habitasul é necessária, uma vez que somente está faz parte do processo judicial.

Avanço no uso do FTGS

Rubinho trouxe uma boa notícia. “Conseguiu-se avançar na possibilidade de se utilizar o FGTS para a entrada dos 10%. Agora retornando faremos uma reunião com a Habitasul para tentarmos conseguir avançar uma medida que atenda as necessidades da população da Granja Esperança, tornando mais acessível e dentro da realidade e possibilidade de nossa população”, garante.

Uma reunião pública foi realizada neste domingo com as associações e com toda a comunidade. “O objetivo principal é esclarecermos todos os pontos importantes e eventuais dúvidas. Sabemos que a comunidade está preocupada e temerosa com os desfechos deste caso, mas temos que ter calma e tranquilidade para todos juntos tentarmos resolver esta situação da melhor forma possível para a população”, acrescenta.

Ainda de acordo com o presidente da Câmara, a Habitasul foi convidada à viagem a Brasília, mas não mandou representante. Um responsável pelas imobiliárias designadas à venda dos imóveis estava junto na reunião com a Emgea e, segundo Rubens, relatou aos presentes que até o momento há poucos interessados em fechar os contratos na forma proposta.



Diário de Cachoeirinha
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