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Grande destaque

Trail Blazers fica em segundo lugar no Canadá e garante vaga na final mundial

Participação superou as expectativas com a conquistas de dois prêmios
06/03/2018 09:56 06/03/2018 09:56


Divulgação
Equipe foi vice-campeã no Canadá
Era para ser uma viagem para dar experiência aos novatos da equipe de robótica Trail Blazers, de Gravataí. Era. Nesse final de semana os 18 integrantes que cruzaram a América mostraram, mais uma vez, que são um time e que o talento pode vir de qualquer coordenada geográfica. Os jovens da Aldeia ficaram em segundo lugar contra outros 55 times dos Estados Unidos e Canadá, na regional da First Robotics Competition (FRC), em Montreal no Canadá, que ocorreu no Complexe Esportif Claude-Robillard.

Além da segunda colocação, a equipe conquistou dois prêmios - O Chaiman's Award – considerado o de maior prestígio da competição, dado à equipe que mais espalha o espírito e os objetivos da competição, servindo de exemplo para outras equipes. O mentor Ezequiel Mross foi agraciado com o prêmio Woodie Flowers Award, cedido aos que se destacam por sua liderança e que inspiram os alunos. Esses resultados superaram as expectativas planejadas para a temporada de 2018.

O coordenador da Trail Blazers, Maicon Albuquerque, salientou que a união dos integrantes e um conjunto de estratégias deram certo durante as provas. “Cada um teve uma função essencial. Nossos pilotos foram brilhantes e acredito que eles são os melhores que já tivemos. Além disso, deixamos oito integrantes analisando e cuidando de todas as provas de todas as equipes. Com isso, conseguimos ver as qualidades e as deficiências de cada uma. Assim, pudemos fazer boas alianças, mas acabamos sendo penalizados por uma falta que não ocorreu e perdemos ponto na partida final, uma equipe da nossa aliança também foi muito mal e nos comprometeu, senão, teríamos sido campeões da regional”.

Como é a competição

A cada ano a competição tem um tema e um desafio proposto, que é sempre apresentado ao vivo pela web, no primeiro sábado de janeiro. A partir desse evento, as equipes têm em média, 45 dias para se inspirar e construir seus robôs. As provas acontecem em uma arena específica, na qual um conjunto de três equipes se aliam e enfrentam outras três. Esse formato, permite estratégias de ataque e defesa e, às vezes, acidentes que quebram definitivamente os robôs adversários, mesmo não sendo a luta, o objetivo entre as máquinas.

Esse ano, o desafio é que o robô pegue cubos amarelos e os coloquem em diversos locais, em diferentes alturas. No centro da arena terá, como se fosse uma gangorra, uma plataforma apoiada apenas pelo seu centro com um eixo, em dois metros de altura. Colocar os cubos nela, sem deixar cair, cuidando o movimento e o balanço é o que dará mais pontos ao robô que realizar a tarefa.

Planejamento fez a diferença 2018

Albuquerque contou que o as atividades da equipe iniciaram com bastante antecedência ainda 2017. “Demos muitas aulas para os alunos, fizemos com que eles montassem e desmontassem robôs inúmeras vezes para pegar prática. Para o prêmio Chaiman's Award, foram alunos de 15 e 16 anos que se dedicaram a escrever e mostrar o que somos aqui. Ai chegamos na competição e definimos bem cada função, principalmente na observação e troca de informações para termos um bom planejamento na hora das partidas”.

Participação na Final não está certa

A equipe ainda comemora os resultados. Todos ainda estão no Canadá e retornam para Gravataí, na próxima quinta-feira, 8. Além das medalhas e dos troféus eles trazem a dúvida de poder participar na grande final, que ocorrerá em Houston, nos Estados Unidos, entre os dias 18 a 21 de abril. O evento First Championship irá reunir os vencedores das regionais que ocorreram pelo mundo. O fator positivo para os gravataienses é que as inscrições já estão garantidas, que foram custeadas.

Os mentores ainda estão tentando encontrar alternativas para que possam viabilizar a participação na grande final. “Temos muito a agradecer a GM, que deu todo suporte e investimento que garantiu o nosso resultado até agora. Não esperávamos garantir a vaga na final, pois planejamos levar o maior número de alunos, para que eles adquirissem mais experiência. Agora, temos um bom problema para resolver. Vamos procurar os nossos parceiros e até procurar outros novos para que possamos fechar com chave de ouro, essa temporada”, revelou Albuquerque.


Diário de Cachoeirinha
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