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Após polêmica

Facebook diz que redes sociais nem sempre são saudáveis para a democracia

Rede social cita interferência estrangeira em eleição americana
22/01/2018 18:00 22/01/2018 18:03

Reprodução
Um dos blogs da equipe do Facebook admitiu nesta segunda (22) que a rede social envolveu efeitos políticos indesejados em eleições como a norte-americana
O Facebook reconheceu, nesta segunda-feira (22/1), que as redes sociais podem ter um impacto negativo nas democracias, e que a empresa tem mais trabalho a fazer para poder garantir que o bem possa superar o mal causado. "Da Primavera Árabe às robustas eleições ao redor do mundo, as redes sociais pareciam algo positivo", escreveu Katie Harbath, responsável pela equipe do Facebook que fecha parcerias com governos em todo o mundo. "A última campanha presidencial dos EUA mudou isso, com interferência estrangeira que o Facebook deveria ter sido mais rápido em identificar, ao surgimento de 'fake news' e as echo chambers."

Após a eleição de 2016, o Facebook tem se comprometido a trabalhar mais e dedicar mais recursos para lidar com essas questões, mas frequentemente destaca que os exemplos ruins são uma pequena parcela das atividades e que, de maneira geral, a companhia estava fazendo algo bom para a sociedade. O post do Facebook de agora é a avaliação mais crítica da empresa até hoje, ao lado do reconhecimento de que seus esforços podem não ter tido sucesso.

Na luta contra as "fake news", o Facebook tentou diferentes estratégias, como trabalhar ao lado de checadores independentes para marcar artigos duvidosos, além de entrevistar usuários sobre a confiabilidade de suas fontes, com o objetivo de usar os dados para auxiliar o algoritmo que determina o que aparece ou não no feed de notícias dos usuários.

"Mesmo com todas essas medidas, a batalha nunca vai terminar. Campanhas de desinformação não são operações amadoras. São profissionalizadas e estão constantemente tentando burlar o sistema. Nós sempre teremos mais trabalho a fazer", disse, em um outro post, o gerente do Facebook para engajamento civil, Samidh Chakrabarti.

O Facebook também falou abertamente sobre o desafio de trabalhar ao lado de líderes de governo que afligem seus próprios cidadãos. Chakrabarti escreveu sobre o usuário de um país que contou ao Facebook que recebeu a visita da polícia em sua casa, para checar sua situação fiscal, após a postagem de um vídeo crítico ao governo.




Diário de Cachoeirinha
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