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Agora é lei

Região na rota das cervejarias artesanais no RS

Governador sancionou lei que incentiva o segmento
05/01/2018 08:22 05/01/2018 08:23

Luiz Chaves/Palácio Piratini
Celebração: Sartori e representantes das prefeituras da região
O governador José Ivo Sartori sancionou nesta quinta-feira (4) a lei que cria a Região das Cervejarias Artesanais do Rio Grande do Sul. Fazem parte as cervejarias das cidades que compõem a Rota Romântica: Novo Hamburgo, Estância Velha, Ivoti, Dois Irmãos, Morro Reuter, Santa Maria do Herval, Presidente Lucena, São Leopoldo, Linha Nova, Picada Café, Gramado, Canela, Nova Petrópolis e São Francisco de Paula. Além de outros municípios que demonstraram interesse em expandir o turismo, como a capital gaúcha das cervejarias artesanais Feliz, Alto Feliz, Campo Bom, Igrejinha, São Vendelino, Sapiranga, Três Coroas e Vale Real. Para o autor do projeto, deputado Elton Weber, a lei incentiva o turismo na região, gerando também emprego e renda. “Este setor está em expansão, virou uma febre nacional, portanto, nada mais justo que garantir essa marca para uma das região que produz de acordo com as tradições germânicas, valorizando a cultura local”, destaca Weber.

O projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa em dezembro de 2017. A cerimônia ontem ocorreu no Galpão Crioulo e contou com a presença de representantes das prefeituras dos municípios interessados. “A criação desta região é importante como forma de fomentar o turismo”, destaca a prefeita de Sapiranga, Corinha Molling.

Incentivos fiscais

Embora o título possa atrair mais consumidores para conhecer e adquirir as cervejas artesanais da região, os cervejeiros ainda atravessam dificuldades. “Vai ser legal para a região, mas tem muitas cervejarias de outras regiões que não gostaram da ideia. De qualquer forma é uma iniciativa boa, mas o que precisamos mesmo é de incentivo fiscal. Sou cervejeiro profissional desde 2012 e com esta crise financeira no País tem impactado bastante o consumo. O interesse na cerveja artesanal existe, mas não se reflete no consumo. Somos hoje apenas 1,5% do mercado de cervejas no Brasil e o limitante é a questão financeira”, explica o proprietário de uma cervejaria em Novo Hamburgo, Cristiano Winck, 40 anos.


Diário de Cachoeirinha
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