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Gravataí

Padrasto é preso acusado de estuprar enteada de 10 anos; menina engravidou

A criança está no sexto mês de gestação
Foto: Polícia Civil/Divulgação
Homem foi preso acusado de estuprar a menina de 10 anos
Uma prisão efetuada pela equipe da Delegacia da Mulher de Gravataí na tarde desta quinta-feira (13) chocou a comunidade da região. Um jovem de 20 anos teria estuprado e engravidado a enteada, de apenas 10. A menina está no sexto mês de gestação e não pode mais abortar, pelo risco à sua saúde.
 
Conforme a delegada Marina Dillenburg, que coordena a ação, o estupro ocorria há pelo menos um ano. "Vamos aprofundar as investigações e, caso fique provado que a mãe da menina sabia do estupro, ela responderá pela autoria também", destacou. 
 
O homem detido tem um relacionamento com a mãe da criança há cinco anos. Além da pequena de 10 anos, a mulher tem um menino de 6, ambos do primeiro casamento, e um bebê de seis meses, do relacionamento com o homem preso.
 
O jovem, que abusava da menina enquanto a mãe estava no trabalho, se entregou à Polícia nesta quinta-feira. Ele estava escondido, pois os vizinhos o ameaçavam de morte. 
Foto: Paloma Vargas/GES-Especial
''Caso fique provado que a mãe da menina sabia do estupro, ela responderá pela autoria também'', destacou a delegada Marina Dillenburg
Denúncia foi feita pela avó materna
No último dia 5, a avó materna estranhou a barriga saliente da menina e questionou a mãe da criança. Ela contou à Polícia que a mulher apenas respondeu que "devia ser vermes ou porque a filha comia muito pão". A avó então foi à farmácia e comprou um teste de gravidez. Com o resultado positivo, procurou a Delegacia e prestou a queixa.
Ainda segundo a delegada Marina, a menina contou que "chamava o homem de pai até o dia que ele começou a levá-la para o quarto". Ele ainda dizia que a criança não poderia contar nada a ninguém "senão sua mãe ficaria sabendo e ela iria apanhar muito".
 
A Polícia já tem relatos em vídeo da menina. O irmão dela também foi ouvido e deve passar por exames, inclusive psicológicos. 
 
Os jornais do Grupo Sinos não divulgam nomes dos envolvidos na ocorrência para preservar a identidade da menor, conforme defendido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 
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