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Diário de Cachoeirinha
Publicado em 18/03/2014 - 21h35
Última atualização em 18/03/2014 - 21h35

Padre Ermelindo Lottermann pode virar nome de praça

Vereador propõe que praça ganhe o nome do pároco falecido em 2013

Priscila Milán - priscila.milan@gruposinos.com.br

Foto: Dirnei JR./GES
Está em tramitação na Câmara de Vereadores de Cachoeirinha um projeto de lei para mudança do nome da Praça Cônego Pedro Wagner, localizada em frente à Paróquia São Vicente de Paulo. A proposta, de autoria do vereador Marco Barbosa, é de que a também chamada Praça da Matriz seja denominada Padre Ermelindo Lottermann.
Conforme o autor, uma das justificativas para o projeto é a homenagem ao pároco, após um ano de seu falecimento.
 
O parlamentar indica que o padre desempenhou um importante papel social na cidade, que ultrapassou as atividades paroquiais. Ele era muito preocupado com as questões sociais. A proposta é homenagear Ermelindo por seus mais de vinte anos a frente da Igreja Matriz. O religioso também foi secretário municipal e um dos apoiadores da construção do Instituto São Francisco e do Centro Cultural, que fica ao lado da igreja. “A proposta é que o nome dele seja eternizado”, afirma Marco.
 
Homenageado
 
O padre Ermelindo Lottermann faleceu em fevereiro de 2013, após passar dias internado no Hospital Dom João Becker, em Gravataí. A falência múltipla de órgãos foi a causa da morte do religioso aos 69 anos. Natural de São José do Sul, Ermelindo foi o pároco da Igreja Matriz de Cachoeirinha por 23 anos. Em sua trajetória, 36 anos foram dedicados ao sacerdócio. Além da atuação social na paróquia e comunidade, Ermelindo foi secretário municipal do Trabalho, Cidadania e Assistência Social.

Parte da história

Segundo o gerente administrativo do Instituto São Francisco, Rafael Medeiros, a homenagem proposta é considerada justa pela escola, que tem muita gratidão pelo pároco, seu idealizador. Rafael aponta que Ermelindo foi quem deu a ideia de que o terreno fosse cedido para construção da unidade voltada a educação e evangelização. “Se a escola veio para a Cachoeirinha é graças a ele”, diz. Rafael conviveu por três anos com o pároco e admite se emocionar ao lembrar de sua bondade e dedicação às pessoas, mesmo as que não conhecia. “Quando soube deste projeto meu primeiro sentimento foi de que está sendo merecida a homenagem”, frisa.

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