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Tecnologia

Com medo de ficar sem tevê? Esclareça dúvidas sobre sinal digital

Sinal analógico será desligado dia 31 de janeiro na região. Confira dicas práticas.

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Sinal de tevê analógica será desligado no dia 31 de janeiro
A região metropolitana e os Vales do Sinos, Caí e Paranhana, mais a região das Hortênsias estão na área do Rio Grande do Sul onde o sinal analógico de tevê será desligado em 31 de janeiro. Não falta divulgação das mudanças, mas tem muita gente com dúvidas práticas. Quem assina tevê, como é que fica? E quem foi informado pelo condomínio de que já existe uma antena UHF? Quem precisa comprar conversor? E, depois de tudo instalado, como sintonizar os canais?

Confira abaixo, em forma de perguntas e respostas, alguns esclarecimentos básicos. Lembre-se que se estiver em dúvida ou se precisar comprar antena, conversor ou adaptador, o ideal é você se aconselhar antes com um antenista ou instalador.

Guia básico para se adaptar

O que é: O sinal analógico de tevê será desligado em 31/1 para a região. A frequência VHF (aquela das antenas tradicionais) não será mais usada. No lugar, entra a UHF.

Informações: A mudança é regulada pela Anatel e gerida por uma entidade sem fins lucrativos estabelecida pelas empresas da área, a EAD (Entidade Administradora da Digitalização de Canais TV e RTV). O consórcio mantém um site no qual oferece informações detalhadas sobre a mudança, incluindo vídeos explicativos

Já assino uma tevê (Sky, NET ou afim). No que a mudança me afeta?
  Os canais que você assiste pelo decodificador da sua operadora de tevê não sofrerão mudança. Se você assiste canais abertos que são transmitidos junto na programação da sua operadora, isso não vai mudar.

Assino tevê digital, mas também sintonizo canais abertos com outro controle remoto ou outro televisor.
  Neste caso, você será atingido pela mudança (exclusivamente no caso destes canais). O que é preciso fazer depende da sua antena e do seu televisor.

Minha tevê é velha e minha antena é das antigas.
  As tevês que foram fabricadas antes de 2012 provavelmente não têm conversor digital embutido. Você pode ter que comprar um conversor digital para assistir aos novos canais e uma antena UHF. Provavelmente, você estava enxergando um A (de “analógico”) no canto da sua tevê durante os últimos meses. O ideal é chamar um antenista, porque o modelo de conversor e a entrada da antena nova dependem do seu televisor.

Moro em um condomínio que já tem antena UHF.
  O sinal digital vai estar disponível para você pelo condomínio. Se você tem televisor posterior a 2012, eles já devem ter conversor embutido. Porém, talvez você precise fazer alguma mudança no cabeamento da tevê. Se estiver com tudo já instalado e mesmo assim deixar de enxergar canais, pode ser preciso dar uma busca nos canais pelo próprio aparelho (via Menu e Localizar Canais).

O número dos canais vai mudar no controle?
  O conversor digital, para quem tem tevê antiga, mostra um número virtual, ou seja, atribuído aos canais novos. O novos números dos antigos canais VHF, na região, são 2.1, 4.1, 5.1, 7.1, 10.1 e 12.1, mas não será preciso digitá-los. Eles ficam pré-sintonizados. Em televisores novos, a busca e atribuição de canais é feita automaticamente no menu.

Quais cidades vão mudar?

 No dia 31 de janeiro de 2018 o sinal analógico será desligado para Alto Feliz, Araricá, Bom Princípio, Brochier, Cachoeirinha, Campo Bom, Canela, Canoas, Capela de Santana, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Feliz, Gramado, Gravataí, Harmonia, Igrejinha, Imbé, Ivoti, Linha Nova, Lindolfo Collor, Montenegro, Morro Reuter, Nova Hartz, Nova Petrópolis, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Osório, Pareci Novo, Parobé, Picada Café, Portão, Presidente Lucena, Rolante, Salvador do Sul, Santo Antônio da Patrulha, São Francisco de Paula, São José do Hortêncio, São Leopoldo, São Sebastião do Caí, São Vendelino, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara, Tramandaí, Três Coroas, Tupandi e Vale Real.

Descoberta falha de segurança nos grupos do WhatsApp

Problema foi revelado em conferência em Zurique nesta quarta-feira.

Arquivo/GES
WhatsApp, popular serviço de comunicação por IP
A revista norte-americana especializada em tecnologia Wired está noticiando que um grupo de pesquisadores alemães descobriu uma falha de segurança no serviço de grupos do WhatsApp. O achado foi divulgado nesta quarta-feira (10) em uma conferência em Zurique, na Suíça. 

Pesquisadores de criptografia da Universidade Ruhr, de Bochum, na Alemanha, descobriram uma falha no serviço de segurança de ponta a ponta introduzido pelo WhatsApp dois anos trás. Em princípio, a segurança de criptografia das mensagens torna impossível a alguém que não seja o emissor ou o destinatário interceptar mensagens. Entretanto, o grupo descobriu que hackers ou pessoas com acesso a servidores do WhatsApp podem introduzir usuários em grupos já existentes e modificar o parâmetro de aviso. Com isso, quando o usuário "infiltrado" entrar, o aviso de que ele foi adicionado ao grupo ficará no alto do histórico de mensagens do grupo, não na altura do momento de entrada. Assim, se um usuário destes entrar no seu grupo agora, você não vai ver aquela notificação "número tal entrou no grupo", porque ele vai ser listado muito no alto da conversa. Só quem estiver procurando vai encontrar, e mesmo assim pode ser difícil.

A falha permite que outros usuários que não o administrador acrescentem usuários ao grupo, inclusive com privilégio de administrador. Isso permitiria que pessoas de fora dos grupos copiassem o histórico de conversas e até tivessem acesso aos outros usuários.

A Wired acrescenta na matéria que a administração do WhatsApp reconheceu o problema, mas informou que os administradores sempre irão enxergar usuários novos, podendo tomar medidas de segurança necessárias. Ainda não foi informado se o app vai emitir atualizações para resolver o problema.

Por enquanto, precaução aconselhável é que administradores de grupo fiquem atentos a novos membros que não autorizaram. Ainda não foram registrados ataques explorando a falha.

Seu próximo cachorro talvez seja um robô

Empresa retoma produto abandonado dez anos atrás, com visual mais interativo.

AFP
Nova versão do Aibo, cachorro robótico da Sony
A empresa japonesa Sony apresentou nesta quarta-feira uma nova versão de seu cão robô, dotado dos mais recentes avanços na área da inteligência artificial e com acesso à Internet, que será comercializado em 2018, ano do cachorro nos horóscopos chinês e japonês. O novo cão "aibo" da Sony é um mascote de 30 centímetros. O robô tem a capacidade de movimentar os olhos para expressar emoções.

O cão tem vários sensores, câmeras e microfones, além de uma conectividade melhor, o que permite aos donos brincar com o mascote a partir de um local afastado com o uso de um smartphone. A versão anterior do "aibo" teve a produção interrompida há 10 anos, vítima de uma reestruturação empresarial que deixou inconsoláveis os fãs do mascote artificial.

A Sony apresentou a primeira geração do aibo em junho de 1999. Os primeiros 3.000 exemplares foram vendidos em apenas 20 minutos, apesar do preço elevado (250 ienes, o equivalente a 2.000 dólares na época). Nos anos seguintes foram vendidas mais de 150.000 unidades.

Em 2006, a Sony entrou em crise e seu modelo de negócios começou a sofrer a concorrência de rivais em diversas áreas. O aibo, um produto caro e de certa forma frívolo, foi retirado do mercado. A empresa manteve a "clínica aibo" aberta até março de 2014, quando comunicou aos donos de mascote que teriam que procurar outro local para consertos. Alguns engenheiros aposentados da Sony assumiram, no entanto, os eventuais reparos.

O novo aibo será lançado oficialmente no Japão em janeiro e não será barato: custará 198.000 ienes (1.750 dólares). A Sony informou que não vai consertar os modelos anteriores. O aibo foi mostrado na CES 2018 em Las Vegas. A Consumer Electronics Expo é uma mostra de produtos topo de linha que reúne lançamentos de tecnologia.

Usuários se revoltam no Twitter: #PraQueServeOfacebook

Trends da rede de microblog nesta segunda-feira têm ironias com o Facebook.

AFP
Logotipos do Twitter. Usuários da rede social de microblog resolveram tirar sarro do Facebook nesta segunda-feira
As redes sociais têm dessas coisas. De vez em quando irrompe algum compartilhamento meio bizarro, muitas vezes irônico, que vira uma bola de neve. Aconteceu isso no Brasil nesta segunda-feira (8) com o #PraQueServeOfacebook. 

Trata-se de uma série de postagens no Twitter, marcadas pela hashtag #PraQueServeOfacebook, na qual os usuários fazem piada sobre a rede social concorrente. Veja alguns exemplos abaixo.

Interessante é que muitas das críticas acompanham consensos recentes sobre o Facebook que inclusive vêm preocupando o cofundador Mark Zuckerberg, como a propagação de fake news, a quantidade de haters e a baixa qualidade de alguns comentários.

A hashtag #PraQueServeOfacebook ficou entre os trending topics do Twitter o dia todo. Veja abaixo alguns exemplos interessantes.