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Palpites de Mãe
Adaptação

É hora de voltar ao trabalho...

Como lidar com o retorno da licença-maternidade
19/01/2018 16:30 19/01/2018 16:32


Arquivo Pessoal
André ganha beijos quando a mamãe volta do trabalho
Depois de cinco meses chegou a minha hora de voltar ao trabalho e a escrever aqui no blog. Para quem tem um bebê, isso faz toda a diferença. Além dos quatro meses de licença-maternidade, somei as férias e curti cada minuto com o André, intensamente. Agora, uma nova fase nesta relação iniciou. Meu filho, ainda muito dependente, está sob os cuidados das vovós Liane e Elisabete, e eventualmente do papai Luis Felipe. Muitos devem estar se perguntando: quem sente mais esta distância? Podem ter certeza, sou eu.

Mas pensando por outro lado, para mulheres que assim como eu, tem o papel profissional fazendo parte da identidade, esse é um período de transição necessário.

O início é estranho. A gente se preocupa com as mamadas, pensa se o filho está bem, se dormiu, se não está chorando. Neste momento, o mais importante é a confiança que se estabelece com o cuidador, seja um familiar, como no meu caso, seja um profissional - como babás e escolas.

Tudo é uma questão de adaptação


Arquivo Pessoal
Leda aproveita e otimiza bem o seu tempo com o filho Lucca
Segundo a professora da Ulbra e psicóloga Leda Rúbia Coelho, 36 anos, saber se organizar e ter uma boa gestão do tempo é o primeiro passo para conciliar trabalho e maternidade. Passando por esta experiência com o seu filho Lucca, de 7 meses, ela comenta que precisou fazer a adaptação do pequeno na escola bem cedo. “Como não tenho parentes próximos, acabei tendo que escolher uma escola para o Lucca quando ele tinha apenas 3 meses e meio”, lembra.

Assim, ela revela que a formação da rede de apoio é de extrema importância para se ter uma volta ao trabalho saudável. “A mãe precisa estar segura de que o filho estará bem enquanto ela trabalha, independente de ser com um familiar, com um profissional ou em uma escola. Assim, uma boa comunicação é muito importante.”

Saber lidar com a insegurança neste retorno também é um fator apontado pela psicóloga, como necessário de se ter atenção. “A mulher tem que conseguir ser funcional. Claro que ao longo do dia, pensar no filho é normal, mas estes pensamentos não podem paralisar nenhuma ação.” Caso isso ocorra, a busca por ajuda profissional é um dos pontos que deve ser avaliado.

Leda dá uma dica para que a profissional que se tornou mãe possa lidar bem com o período de adaptação. “A mãe precisa pensar que o que está sendo feito é o melhor possível naquele momento, tentando fugir das culpas.”

Saiba mais sobre a licença-maternidade

A licença-maternidade é um direito de todas as mulheres que trabalham no Brasil e que contribuem para a Previdência Social (INSS). Vale para empregos com carteira assinada, do serviço público, temporários, trabalhos terceirizados e autônomos ou ainda trabalhos domésticos.

Têm direito ainda ao afastamento mulheres que sofrem aborto espontâneo ou dão à luz um bebê natimorto. A licença é também assegurada a pessoas que adotam crianças, assim como a quem obtiver a guarda judicial de uma criança com fim de adoção.

A licença-maternidade é de no mínimo quatro meses ou 120 dias corridos e de no máximo seis meses ou 180 dias corridos.

Para mais informações sobre licença-maternidade acesse o site da Previdência Social (www.previdencia.gov.br/) e procure por “salário-maternidade”.


Diário de Cachoeirinha

Palpites de Mãe

por Paloma Vargas
paloma.vargas@gruposinos.com.br

Paloma Vargas é repórter dos jornais Correio de Gravataí e Diário de Cachoeirinha. Nesta nova fase de sua vida, em que espera a chegada do André, ela dividirá a experiência de ser mãe de primeira viagem neste blog, e também, quinzenalmente, nas páginas impressas do CG e do DCA.

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