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Família e negócios

Empresas e a linha de sucessão

Sindicatos promovem palestra para esclarecer questões relacionadas à sequência da liderança de negócios
05/12/2017 11:30 05/12/2017 11:30


Bruna Aquino/GES-Especial
Presidentes do Sindihotel (E) e Sindlav conversaram com empresários
Quando uma empresa é conhecida como “familiar”, sabe-se que a linha sucessória dentro desta organização é ou será, geralmente, composta pelas gerações seguintes ao proprietário. Mas será que este é realmente o caminho certo no ramo dos negócios? Para esclarecer dúvidas de empresários sobre o assunto, o Sindicato Intermunicipal de Hotelaria do Rio Grande do Sul (Sindihotel) e o Sindicato das Lavanderias e Similares do RS (Sindlav) promoveram ontem uma palestra acerca do tema.

A palestra, ministrada pelo psicólogo César Pancinha, visou esclarecer questões que envolvem família e negócios. “Achamos conveniente convocar a hotelaria e as empresas de lavanderia do RS para que tenham uma noção dos critérios que podem ser adotados na hora de escolher o sucessor familiar”, afirmou o presidente do Sindihotel, Manuel Soarez. “No aspecto familiar precisa haver diálogo, integração e treinamento em busca de foco, porque às vezes as empresas se perdem no foco”, completou Jolar Paulo Spanenberg, presidente do Sindlav.

"Místicas antagônicas"

Pancinha abordou temas como o planejamento da sucessão familiar, a formação e implantação do conselho de administração e o planejamento de vida do sucedido. Segundo o psicólogo, existem “místicas antagônicas” na sucessão familiar, porque algumas pessoas consideram simples o assunto e outras, complexo.
“Existe uma mística muito grande de sucessão. Hoje, cada vez mais as gerações que estão chegando chegam com outro modelo de empreendedorismo. Naturalmente, alguns deles vão encaixar no perfil da empresa e outros vão querer ser outra coisa”, declarou.


Diário de Cachoeirinha
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