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Polícia

Prisões abalam estrutura de gangue

Do chefão aos gerentes, toda uma família vai parar atrás das grades
04/12/2017 11:45 04/12/2017 12:05

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Ações persistentes dos agentes do 26º Batalhão da Polícia Militar no combate à criminalidade deram resultado e desmantelaram um ponto de tráfico de uma quadrilha que abastecia de entorpecentes as vizinhas Cachoeirinha e Gravataí.

Na semana passada, uma das últimas peças mais importantes no tabuleiro de distribuição de drogas foi derrubada pela Brigada Militar.

Seguindo as pistas de uma denúncia anônima, os policiais militares do 26º BPM foram até a Rua Pindorama, no bairro Vista Alegre, e prenderam um suspeito. O rapaz de 25 anos, apanhado como passageiro de um carro do aplicativo Uber, vendia drogas na rua. A guarnição abordou o homem e, ao revistá-lo, encontrou 66 pedras de crack e quase R$ 2,5 mil com ele. O traficante recebeu voz de prisão, foi conduzido a um posto médico 24h e, posteriormente, à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento em Gravataí.  

Além de ter sido apanhado por tráfico, o suspeito já possuía antecedentes criminais. Também, pudera: Douglas era o membro restante no comando da quadrilha, o subchefe do patrão da boca Felipe Nassif Lopes, 25 anos. Preso no início deste mês na Morada do Vale III, em Gravataí, segundo a Brigada Militar Nassif tinha envolvimento com o tráfico que remonta a 2014. Desde o ano passado, vinha conseguindo escapar de ações da BM e de investigações da Polícia Civil até ser apanhado em ação conjunta de policiais militares de Cachoeirinha e Gravataí.

Antes da queda de Nassif familiares de Douglas – o mais recente preso – já haviam sido derrubados. Irmã, irmão, mãe e um tio, todos "trabalhavam" para Nassif e foram capturados. Permanecem trancafiados no sistema prisional.  

Apesar dos bons resultados no combate ao tráfico, principalmente com as mais recentes prisões, o comandante do 26º BPM prefere manter cautela. Para o major Luciano Bueno, "é temerário achar que com essas prisões conseguimos acabar com as atividades da quadrilha. É verdade que prendemos o cabeça da organização e os chefes que se sucederam, figuras importantes e todas da mesma família, mas sempre fica uma semente. São as peças menores na organização que vão assumindo esses postos acima, na ausência dos presos".

Bueno ressalta que, por enquanto, a diminuição dos crimes praticados por essa gangue é notável, mas não crê que isso dure por muito tempo. "O pessoal que estava 'embaixo' e agora subiu na estrutura vai querer mostrar serviço. Precisamos estar atentos a essas movimentações, e contamos com a ajuda da comunidade, em denúncias anônimas". Para que não haja prejuízo no policiamento ostensivo feito pelos brigadianos e nem nas atividades exercidas pelo setor de inteligência do Batalhão, o major prefere não divulgar os locais utilizados pela quadrilha como quartel-general nem as localizações das bocas de fumo dominadas pela organização. "Mas podem ter certeza de que a Brigada vai continuar a bater nessas teclas", garantiu.

O 26º BPM recebe denúncias com garantia de anonimato pelo telefone 3469-7100.


Diário de Cachoeirinha
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