Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 6423 (parada 63) - Monte Belo - Gravataí - CEP: 94050-000
Fones: (51) 3489-4000

Central do Assinante: (51) 3600.3636
Central de Vendas: (51) 3591.2020
Whatsapp: (51) 99101.0318
PUBLICIDADE
Sentiu 'na pele'

'Não dava mais para segurar a tarefa', diz ex-ministro Bruno Araújo

Ex-ministro diz que pediu demissão porque chegou no limite
13/11/2017 20:55 13/11/2017 20:56

Reprodução/Facebook
Bruno Araújo
O deputado federal Bruno Araújo (PSDB-PE) afirma que pediu demissão do Ministério das Cidades, nesta sexta-feira, porque "chegou no limite que eu não podia ultrapassar". O tucano, que se antecipou a uma reforma ministerial, diz que entrou no governo com o apoio da bancada do partido, mas ressaltou que não conseguia mais "segurar a tarefa" porque estava acompanhando a "angústia" dos integrantes de legenda que queriam deixar o governo.

Por que o senhor precipitou a saída do governo, antes da reforma anunciada por Temer e do desembarque definido pelo PSDB?
Cada um tem uma sensibilidade na pele. A minha dizia que chegou no limite que eu não podia ultrapassar. Fui para o Ministério das Cidades com o apoio da minha bancada. Venho monitorando a angústia de meus companheiros e vi que não dava mais para segurar a tarefa. Ainda tem muita coisa para fazer, mas entregamos o que deu para fazer. O Minha Casa, Minha Vida está a pleno vapor, o cartão-reforma foi lançado, botamos o ministério para andar.

E agora? O PSDB está num momento delicado. Sua saída ajuda a pacificar a bancada?
Agora é ajudar o partido a ciscar para dentro, buscar a unidade, construir o diálogo para chegarmos inteiros na convenção em dezembro. Se o PSDB quer um projeto vitorioso para 2018, tem que construir isso agora. Vou descansar uns dias e depois vou me dedicar a fazer o que gosto: juntar as pessoas.

O senhor conversou com o presidente Temer antes da carta? Como foi costurada sua saída isolada dos outros três ministros tucanos?
Eu conversei com o presidente Temer hoje pela manhã antes da solenidade do lançamento do cartão-reforma. Só nós dois, uma conversa elegante. Ele não esperava. Eu agradeci a ele e pedi que recebesse minha carta de demissão. Estou muito sintonizado com o que quer o PSDB. Ouvi as pessoas no partido e todos já sabiam da minha disposição de ser sensível aos apelos da minha bancada.

Como o senhor sai de um governo onde todos os outros ministros foram demitidos?
Eu saí inteiro. Todos foram afastados, eu pedi minha exoneração. Cumpri um ciclo. Hoje ser macho é estar dentro da vida pública.


Diário de Cachoeirinha
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE