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Depoimento

Palocci afirma que havia pacto com Odebrecht para pagar R$ 300 milhões ao PT

Informação foi antecipada pelo advogado de ex-ministro Adriano Bretas

EVARISTO SA / AFP
Antonio Palocci
Em depoimento ao juiz Sergio Moro o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci afirmou que havia um "pacto de sangue" firmado entre Odebrecht e PT que resultaram num pacote de propina de 300 milhões de reais. A informação foi antecipada em coletiva à imprensa pelo criminalista Adriano Bretas, que defende o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. Ele disse que parte das vantagens indevidas foram utilizadas para a compra do terreno do Instituto Lula.

"Ele [Palocci] disse que havia um pacto de pacote de propinas que se desdobraria na compra do terreno para o Instituto Lula e num pacote de 300 milhões de reais em propina que seria disponibilizados em planilha", disse o advogado do ex-ministro.

Bretas afirmou ainda que Palocci admitiu a Moro que Lula acompanhou cada passo do andamento das operações de repasses ilícitos que culminaram com a compra do imóvel para o Instituto Lula. "Ficou claro que esse assunto do Instituto Lula foi deliberado por Paulo Okamoto, por José Carlos Bumlais e por Palocci", disse.

O depoimento de Palocci foi prestado no âmbito da segunda ação em que Lula é réu em Curitiba: no caso da compra do terreno em São Paulo e no caso de um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo.


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