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Defesa

Lula diz que denúncia é fruto de perseguição e que não tem fundamento

Para ex-presidente, PGR tenta criar fato negativo no final de sua caravana pelo Nordeste

Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Ex-presidente Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a considera a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra integrantes do PT "uma ação política" e fruta do "perseguição" contra ele. "A denúncia da PGR, sem qualquer fundamento, é uma ação política. É o auge da campanha de perseguição contra o ex-presidente Lula movida por setores partidarizados do sistema judicial", afirma.

Ainda de acordo com assessoria do ex-presidente, a denúncia foi anunciada nesta terça-feira (5) "para tentar criar um fato negativo no dia em que Lula conclui sua vitoriosa jornada pelo Nordeste". Lula encerrou hoje em São Luís, no Maranhão, a sua caravana de 19 dias pelos nove estados do Nordeste.

A defesa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto classificou a denúncia da PGR como "surpreendente" e "improcedente". Em nota, o advogado Luiz Flávio Borges D'Urso afirmou que: "Vaccari, enquanto tesoureiro do PT, cumpriu seu papel, de solicitar doações legais destinadas ao partido, as quais sempre foram depositadas na conta bancária partidária, com respectivo recibo e a prestação de contas às autoridades competentes, tudo dentro da lei e com absoluta transparência".

A defesa do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, classificou a denúncia da PGR como "surpreendente" e "improcedente". Em nota, o advogado Luiz Flávio Borges D'Urso afirmou que: "Vaccari, enquanto tesoureiro do PT, cumpriu seu papel, de solicitar doações legais destinadas ao partido, as quais sempre foram depositadas na conta bancária partidária, com respectivo recibo e a prestação de contas às autoridades competentes, tudo dentro da lei e com absoluta transparência". D'Urso disse que acredita que as acusações feitas contra Vaccari serão rejeitadas.

O advogado Fábio Tofic, responsável pela defesa do ex-ministro Guido Mantega, lembrou as dúvidas levantadas pela revelação de gravações que a JBS não havia entregue à PGR e que podem cancelar a delação do empresário Joesley Batista. "É no minimo contraditório que num dia histórico, quando o Brasil se depara com a desfaçatez dos delatores, e sua disposição ao teatro e à dissimulação, a PGR resolva oferecer denúncia usando como prova basicamente palavra de delatores, antes de empreender uma apuração mínima para saber se as acusações possuem algo elo com a realidade".

O advogado Adriano Bretas, que representa o ex-ministro Antonio Palocci afirmou que não vai se pronunciar agora. "Vou me manifestar nos autos do processo, quando tomar conhecimento formal da denúncia", disse, por meio de nota.


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