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De casa nova

O sonho da nova sede da Apae está quase concretizado

Previsão é que o novo prédio seja inaugurado em outubro

“É um sonho. Não é um sonho do Eliseu, presidente da Apae, mas um sonho de todas as famílias da Apae, de todos os presidentes anteriores, da equipe que está na Apae hoje, principalmente aqueles mais antigos que sonhavam em dar um espaço com mais dignidade para aquelas crianças e as famílias”. É com esta frase que o presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Cachoeirinha, Eliseu Gonçalves, resume o que significa o novo espaço que a entidade deve inaugurar em outubro.

A casa nova fica no bairro City, e tem 1.040 metros quadrados construídos. São diversas salas para os atendimentos especializados com pias para higienização, banheiros adaptados, uma ampla recepção e muita acessibilidade que vai proporcionar que todos possam circular pelo espaço. A previsão é que a mudança ocorra no início de outubro e a inauguração ocorra no mesmo mês.

A obra começou em maio de 2016. O terreno, que fica ao lado da Loja Maçônica na Avenida Mario Tavares Haussen, foi doado pela Prefeitura. A obra tem um custo total de R$ 1,8 milhão. Desde valor, R$ 985 mil vieram através do Projeto Solidariedade do Governo do Estado, que faz recusa do ICMS das empresas e as repassa para as entidades. O restante do valor, vem sendo arrecadados através de campanhas que a instituição faz e de parceiros que promovem eventos e doam parte do lucro para a instituição. “Entre eles, podemos citar o Rotary, que há pelo menos três anos doa 50% do lucro do Costelaço e um terço do Café da Amizade para a nossa instituição. Assim como empresas e pessoas que são sensíveis à nossa causa”, afirma Eliseu.

Salão multiuso

Fernando Lopes/GES-Especial
Salão multiuso será usado para oficinas dos atendidos e também poderá ser usado pela comunidade
A grande novidade da nova casa é um salão multiuso que fica no segundo andar. Além de proporcionar que os atendidos pela instituição participem de oficinas de esporte, artesanato, dança, teatro e profissionalizantes, o espaço também poderá ser alugado para evento. “O salão será também uma fonte de renda para mantermos a nossa casa. E a comunidade ganhará um espaço para cerca de 250 pessoas sentadas quando o evento utilizar mesas, e cerca de 500 pessoas no formato de auditório”, diz Eliseu.

Campanha para a fachada

Para o sonho chegar ao fim, ainda estão faltando cerca de R$ 150 mil. Da obra resta a instalação do elevador, pavimentação da parte da frente, cercamento, instalação de um playground, compra de cortinas e grades para as janelas e o valor da mudança. Além disso, a instituição está fazendo uma grande campanha para a construção da sua fachada. A ideia é que a frente da entidade traga o nome de todos aqueles que ajudaram a tornar este sonho possível. Outra boa notícia é que a sede antiga, no bairro Carlos Wilkens, não precisará ser vendida para arcar com os gastos e também poderá ser uma fonte de renda. Por mês, a Apae tem um custo de cerca de R$ 42 mil. Metade deste valor é custeado pelo município e o restante vem de campanhas, brechós e outras atividades feitas pela Apae.


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