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Polícia

Ameaçada ao ser confundida com participante do caso Marta

Adolescente de Porto Alegre tem foto compartilhada nas redes sociais como se fosse uma das envolvidas com a morte em Cachoeirinha

Uma adolescente de 15 anos, moradora do Bairro Medianeira, em Porto Alegre, que nunca veio a Cachoeirinha, está sendo ameaçada nas redes sociais e apontada como uma das responsáveis pela morte de Marta Avelhaneda Gonçalves, 14 anos. O fato ocorreu no último dia 8, na Escola Estadual Luiz de Camões. A família da menina, que nada tem a ver com a história trágica de Marta, está com medo de que “mais uma inocente seja morta”.

Hellen Avaly é irmã da adolescente de Porto Alegre. Ela conta que a jovem está grávida de 7 meses e passando mal, por conta dos boatos e ameaças no Facebook. “Por conta do apelido que ela tem, estão a acusando. Existem posts em grupos da cidade de Gravataí a chamando de assassina e prometendo vingança.”

Por este motivo, a família procurou a 5ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, onde registrou ocorrência e entregou cerca de 400 prints de telas com a autoria das ameaças que a jovem recebe.

Além disso, fez contato com a 1ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha, responsável pela investigação do caso Marta, relatando as ameaças que estão sofrendo e se colocando à disposição. “Eles agradeceram e disseram que não é necessário levar minha irmã lá, porque eles têm a identificação de quem participou do caso e já intimaram estas pessoas”, explica Hellen.

Acompanhamento do Estado

A Secretaria de Estado da Educação, através da sua assessoria de imprensa, informou que lamenta profundamente a morte da aluna Marta Gonçalves e está acompanhando todo o processo investigativo. Inclusive, abriu uma sindicância para apurar os fatos e verificar se houve falha por parte da direção, professores ou supervisores da escola.

A pasta ainda afirma que não possui serviços de atendimento psicológico. No entanto, mantém convênio para o atendimento em nível municipal. Neste caso, será feito um pedido de apoio ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS – do município de Cachoeirinha.

A secretaria ainda aponta que “a tragédia foi um caso isolado em escola”. “No entanto, a violência que acometeu essa comunidade escolar é combatida permanentemente por entidades públicas, ONGs e iniciativa privativa, por meio do programa estadual Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), que engloba uma série de parceiros que possuem o mesmo foco: combater e prevenir a violência no âmbito escolar. Depende da vontade de adesão da escola em aderir ao programa e desenvolver as atividades propostas nele.”


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