Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 6423 (parada 63) - Monte Belo - Gravataí - CEP: 94050-000
Fones: (51) 3489-4000

PUBLICIDADE
Caso Marta

Acareação entre adolescentes não foi realizada

As três meninas envolvidas na morte de Marta Gonçalves foram ouvidas separadamente, com a presença da Promotoria de Infância e Juventude

Arquivo pessoal/
Marta Gonçalves foi morta por asfixia dentro da Escola Luiz de Camões
"A acareação deve ficar para um próximo momento." Essa foi a afirmação dada pelo delegado Leonel Baldasso, titular da 1ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha e responsável pela investigação do caso da morte da adolescente Marta Avelhaneda Gonçalves, de 14 anos. Na tarde desta sexta-feira, ele ouviu separadamente as três adolescentes de 13 e 12 anos, suspeitas da morte da colega em sala de aula. Os depoimentos foram acompanhados pela Promotoria da Infância e Juventude do município.

Segundo Baldasso, a intenção da acareação era apurar contradições do trio, ainda quando deram depoimento no dia do crime, a quarta-feira passada (8), na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Gravataí, onde foi registrado o fato. "Ouvi as meninas hoje e ainda há peças nesta história que não se encaixam." Por conta disso, ele optou por intimar, na segunda-feira, outros alunos que estariam na sala de aula na troca de período, quando a briga, que resultou na morte, teria ocorrido.

O delegado não descarta que algum aluno tenha registrado o que de fato ocorreu. "Na terça-feira outros adolescentes devem ser ouvidos para nos ajudar a esclarecer os fatos." Baldasso também colheu depoimentos da diretora da Escola Luiz de Camões, Fani Drehmer, e o primeiro professor que prestou os primeiros socorros.

A morte

As adolescentes suspeitas de terem cometido o assassinato de Marta, afirmam que ocorreu um briga com puxões de cabelo e que a vítima teria caído no chão convulsionando. Já o laudo do Departamento Médio Legal (DML) revela que a jovem foi morta por asfixia, com um golpe provavelmente de gravata.

Ameaças

As famílias das três jovens que estão envolvidas na briga que resultou na morte de Marta estão preocupadas com as ameaças que as meninas estão sofrendo nas redes sociais. Por conta disso, registraram ocorrência e apontaram perfis falsos incitando a violência.

O delegado Baldasso afirma que até o momento, não foi solicitado nenhum tipo de proteção a estas três adolescentes. As aulas na Escola Luiz de Camões devem ser retomadas na segunda-feira (13).

Amigos da menina assassinada estão combinando, também nas redes sociais, de vir até Cachoeirinha pedir justiça, em frente a escola em que ocorreu o crime.

Punição

Caso seja comprovada a autoria do golpe de gravata que levou Marta a morte, por adolescentes, estes responderão por um ato infracional equivalente à conduta de homicídio.


PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS