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Polícia

Polícia divulga suspeito de ter matado Rainha de bateria em Cachoeirinha

Homem tem prisão preventiva decretada pela Justiça e está foragido

Divulgação/Divulgação/ Polícia Civil
Foto divulgada pela Polícia Civil de David Moragno
O principal suspeito de ter participado do assassinato da rainha de bateria da Escola de Samba de Porto Alegre, Imperatriz Dona Leopoldina, Paola Serpa, 33 anos, é considerado foragido pela polícia. Ele teve a sua prisão preventiva decretada pela Justiça há alguns dias e nesta terça-feira (7), entrou no sistema da Secretaria de Segurança Pública como procurado.

A divulgação foi feita pela 2ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha, responsável pela investigação do caso. Segundo o delegado Newton Martins, David Valmor de Oliveira Maragno, 32 anos, está ligado ao crime por ser o proprietário do veículo VW Voyage (modelo antigo) que foi utilizado por um trio no crime. “Ele não fez nenhuma ocorrência de furto ou roubo do veículo, que pudesse o retirar da relação com o crime”, comenta o delegado.

Depoimento

Divulgação/Divulgação/ Polícia Civil
Foto divulgada pela Polícia Civil de David Moragno
O homem foi ouvido um dia após o latrocínio, que ocorreu no último dia 16 de fevereiro, em Cachoeirinha. “Ele compareceu na delegacia com um advogado, que o orientou a ficar calado durante todo o depoimento”, revela Newton. Logo após, conforme testemunhas, ele fez uma mudança da casa em que morava em Canoas, e desaparecido. “Naquele momento, não tínhamos elementos suficientes para prendê-lo. Por isso ele foi chamado e liberado.”

Com antecedentes criminais por receptação e porte ilegal de arma, Maragno é o único dos três envolvidos que já foi identificado e tem a prisão decretada. A polícia civil trabalha com a versão de um latrocínio em que os criminosos seriam inexperientes.

Assassinato de Paola chocou população

Divulgação/Reprodução/Facebook
Rainha de bateria assassinada, Paola Serpa
Paola Serpa, que já havia sido musa da bateria da escola de samba Acadêmicos de Gravataí, foi morta a tiros na noite do dia 16 de fevereiro, em frente a um condomínio de casas na Rua Obedy Cândido Vieira, no Distrito Industrial. Ela teria estacionado no local para buscar sua filha de 7 anos, que estava tendo aula de música no condomínio.

A vítima estava em um Chevrolet Cruze quando foi abordada por três homens que chegaram em um Voyage. Não se sabe se ela resistiu sair do carro, mas imagens de câmeras de segurança mostram o criminoso realizando diversos disparos contra ela. Nada é levado.

O veículo, que liga Maragno ao crime, foi encontrado queimado um dia após o assassinato.


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