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Após caso Paola

O medo corre livre nas ruas do Distrito

Moradores pedem segurança após morte da rainha

Dilea Fronza/GES - Especial
Marcas da violência: fitas de isolamento da polícia seguem no local em que Paola foi morta
Deveria ser algo simples. Mas o rotineiro movimento de entrar e sair de casa se transformou em momentos de preocupação para os moradores de condomínios na região da Frederico Augusto Ritter, no Distrito Industrial. A sensação de insegurança, que já era forte ganhou novas proporções após a morte da comerciante e rainha do carnaval Paola Serpa na última quinta-feira, 16, quando aguardava a filha sair de uma aula particular na frente de um desses residenciais, localizado na Avenida Obedy Cândido Vieira.

Desde então a comunidade local cobra medidas de proteção das autoridades de segurança. O empresário Diego Calegari, 30 anos mora na região e diz que se sente acuado pelo medo. “Após o assassinato (da Paola), a gente percebe que está vulnerável, mesmo morando em um condomínio fechado. Entrar e sair é muito arriscado”, revela.

Reunião e novo pedido de ajuda

Janaina Rodrigues da Silva é síndica de um dos condomínios e conta que os administradores dos residenciais da região estão se unindo para buscar auxílio da Brigada Militar e da Prefeitura. “Os condomínios investem em sistemas de segurança, controlam o acesso interno, mas na parte externa não temos o que fazer.”

A gestora participou de reunião na manhã de ontem com o prefeito Miki Breier e com o secretário de segurança para pedir apoio. “Além disso, já havíamos procurado o comando da Brigada Militar, que nos ofereceu total apoio. Quase todo dia eu fico sabendo de assaltos, o problema é que as pessoas não registram ocorrência e a Brigada não fica sabendo da necessidade de aumentar o policiamento na região.

A programadora Jaqueline Dias, 34 anos, afirma que tem medo de circular de carro pelas ruas do bairro. Ela cita falta de iluminação pública e demonstra receio ao parar em semáforos quando não há movimento. “Eu ando de carro sozinha com meu filho de dois anos. Tenho medo à noite em ir pela (Frederico) Ritter. Tenho medo da rótula (entre a Obedy e a Capitão Garibaldi) para o Jardim do Bosque. Está complicado em todos os lugares”, afirma.

A Brigada afirmou que vai auxiliar a comunidade no que for possível. Desde o acidente a BM colocou mais viaturas na área.


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