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Violência

Morte da rainha mobiliza a Polícia

Comunidade pressiona pela prisão dos assaltantes


Paola Serpa, rainha de bateria da escola de samba Imperatriz Dona Leopoldina
Três tiros disparados em menos de cinco segundos e mais uma vida se perde. A impaciência de um assaltante que não percebeu que um cinto de segurança impedia a saída do automóvel e o futuro de uma criança de apenas sete anos foi transformado para sempre. Além da ausência deixada pela comerciante Paola Serpa, 33 anos, assassinada no começo da noite de quinta-feira, 16, fica o clamor social pela prisão dos responsáveis.

É o segundo caso em menos de seis meses na região metropolitana em que uma mãe perde a vida nessas circustâncias. O primeiro ocorreu em agosto de 2016 em Porto Alegre, o então secretário de segurança foi convidado a se demitir. Ainda na sexta, o atual, César Schirmer, classificou mais essa morte como “uma lástima”.

Paola era rainha da bateria da Imperatriz Dona Leopoldina, e recebeu homenagens da escola de samba durante o velório, realizado na sexta-feira (17). Tambores e repiques soaram diante das mais de 300 pessoas que foram se despedir no Cemitério Memorial da Colina. A bateria tocou, mas a Imperatriz anunciou silêncio de três dias. E também que o lugar da rainha não será ocupado por ninguém neste carnaval. E jamais nos corações daqueles que a amavam.

Carro incendiado e dono suspeito

O carro usado na morte da comerciante foi encontrado pela polícia ainda na tarde da sexta-feira,17. Os criminosos abandonaram o Voyage ano 1993 cor prata na Estrada do Nazário, no bairro Meu Rincão, em Cachoeirinha. O automóvel foi incendiado.

Conforme o delegado Newton Souza Filho, da 2ª DP de Cachoeirinha, o proprietário do Voyage é considerado suspeito de participar do assalto. “O carro não possui registro de roubo, então o proprietário será chamado para depor”, resume. O dono do veículo é morador de Canoas e será chamado a depor nesta semana.

E vem da análise das câmeras os indícios que reforçam a hipótese de latrocínio (matar com a intenção de roubar). As imagens recolhidas como prova das câmeras de monitoramento na Avenida Obedy Cândido Vieira, no Distrito Industrial, onde Paola foi assassinada. Segundo o delegado a identificação do veículo ocorreu porque os assaltantes cruzaram um sinal vermelho durante a fuga e foram flagrados por um pardal.

Nova perícia em busca de impressões digitais

As imagens do crime fizeram a Polícia Civil realizar nova perícia no carro de Paola, que está apreendido como prova do crime. A partir das câmeras foi possível determinar que o atirador tocou a lataria na tentativa de tirá-la para fora. Segundo o delegado Newton Souza, o crime foi registrado de pelo menos três ângulos diferentes. “Aquela é a região da cidade mais coberta por câmeras”, diz.

Enquanto isso, o delegado procura o posto onde os criminosos compraram a gasolina usada para incendiar o Voyage usado na fuga.

Ela esperava no carro

A comerciante foi assassinada quando foi buscar a filha em uma aula de música em um condomínio. Ela esperava dentro do carro, um Chevrolet Cruze, quando foi abordada por um homem que desceu do Voyage. “Ele tentou puxar a vítima para fora do carro, mas ela estava presa ao cinto de segurança. Ao não conseguir, atirou e desistiu do roubo, entrou no Voyage e fugiu”, explica Newton Souza Filho.

O delegado alerta para que as pessoas não aguardem dentro de veículos estacionados. “É um fator potencial de risco. O melhor é sair e trancar o carro”, orienta.


 


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