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Dois assassinatos idênticos

Fim do mistério dos ''corpos no cobertor''

Casos não estão relacionados, segundo a Polícia

Os casos possuem muitos detalhes em comum: os corpos de dois homens são encontrados em áreas de mato distantes uma da outra entre o domingo, 12, e terça-feira, 14. Ambos foram enrolados em um cobertor, estavam com mãos e pernas amarradas e possuíam ferimentos na cabeça. Para completar, nenhuma testemunha foi inicialmente localizada. Esse conjunto de fatores bastou para agitar as redes sociais na internet com teorias que ligavam as mortes.

Em poucas horas os mais exaltados já falavam sobre um criminoso em série a solta pela cidade e indicavam até mesmo possíveis culpados. Porém, bastou a Polícia entrar em cena e o caso “assassino do cobertor ensanguentado” foi desvendado. Para a tranquilidade da população da região, os crimes não têm relação e estão praticamente elucidados. Os policiais já desvendaram os motivos e identificaram pelo menos um suspeito de um dos homicídios.

As duas delegacias mobilizadas

As duas mortes mobilizaram agentes das duas delegacias de polícia de Cachoeirinha. O primeiro caso foi investigado pela 1ª DP e o chefe de investigações Fabrízio Vicente revela que a vítima encontrada perto do dique do Rio Gravataí, na Rua Rodrigues Alves - bairro Jardim América - foi alvo da ira de traficantes de drogas. “Esse homem foi morto em Porto Alegre no mesmo dia em que foi deixado aqui na cidade. Ele possuía passagem por tráfico e a companheira relatou que ele havia sido ameaçado por traficantes no dia em que desapareceu”, resume Vicente.

O homicídio do homem deixado no Distrito Industrial e descoberto na manhã da terça-feira, 14, também está praticamente esclarecido. O delegado Newton Souza afirma que a vítima, um morador de rua, conhecia o assassino. E a causa da morte, segundo o titular da 2ª DP, reforça essa tese. “Ele tem ferimentos na cabeça, mas também foi esfaqueado. Essa forma de ataque (facadas) indica a proximidade entre vítima e agressor”, contou Souza. É possível que o homem tenha se desentendido com outro morador de rua e levado a pior na disputa.

O delegado revelou outros detalhes do crime: o corpo estava com mãos e pés amarrados, além de outros sinais de que o homem foi torturado antes de morrer. A equipe da 2ª DP afirma ter pistas do suspeito, porém mantém as descobertas em sigilo para não prejudicar a prisão.


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