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No novo edital

Pedágio vai mudar de lugar em até dois anos

Diretor da ANTT confirmou que em dois anos a praça de Gravataí vai para perto da GM

Diléa Fronza/GES-Especial
Jorge Bastos, diretor da ANTT, confirmou que pedágio troca de lugar após licitação
O teatro do Sesc de Gravataí foi sede nesta segunda-feira (13) de uma audiência pública para debater a mudança da praça de pedágio da free way. Participaram do encontro, o prefeito interino Nadir Rocha, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) Jorge Bastos, o representante do Ministério dos Transportes Jorge Freitas, os deputados federais Jones Martins (PMDB) e José Stédile (PSB), o deputado estadual Juvir Costella (PMDB), o presidente da Câmara de Vereadores de Gravataí Alex Tavares (PMDB) e o vereador Alan Vieira (PMDB), presidente da Frente Parlamentar do Pedágio Livre em Gravataí.

Segundo o deputado Jones, o debate tinha o objetivo principal de falar sobre a mudança do local do pedágio. O diretor da ANTT explicou que o encontro era para informar a população de Gravataí sobre o que vai acontecer. “As audiências públicas que valerão para o edital de licitação de concessão da rodovia, serão as que acontecem na quinta-feira, em Porto Alegre, e no dia 23, em Brasília”, afirma ele. Bastos garantiu que o pedágio vai mudar de lugar.

Mudança ocorre em dois anos

Jorge Bastos explicou que a free way, antes da concessão à Concepa, tinha somente duas pistas e que foi através da entrega da rodovia a uma empresa que foi possível ampliar as pistas e fazer as melhorias ao longo dos últimos anos. “Sabemos que o pedágio onera as cidades próximas a eles, mas é através do pagamento que são gerados os investimentos”, afirma.

Segundo ele, a nova concessão pretende melhorar o tráfego e o pedágio de Gravataí irá mudar de endereço. “Mas todas as questões de mudanças precisam ser debatidas. E o local apropriado para isso é a audiência pública que acontecerá em Porto Alegre e Brasília”, garante.

Fábio Freitas que é o diretor de concessões do Ministério dos Transportes, apresentou o que a nova concessão deverá ter. “O estudo começou em 2015 e há todo um cuidado para que se tenha qualidade, fluidez e segurança na rodovia. Acreditamos que até novembro deste ano a licitação esteja concluída. O contrato com a Concepa foi prorrogado para manter a rodovia com a qualidade que ela tem”, explica.

Os dois garantiram que o pedágio vai para o quilômetro 59 e que o prazo para esta mudança é de dois anos. Sobre alças de acesso para Cachoeirinha e vias laterais à rodovia, Jorge explicou que elas só seriam viáveis se o pedágio permanecesse onde está hoje. “Porém, a comunidade pode apresentar as suas demandas através das audiências públicas e também na Internet, no site da ANTT”, frisou.

As audiências públicas

Sugestões para melhorias dos editais de concessão podem ser enviadas para o site da ANTT até o dia 17 de março. As audiências serão no dia 16 de fevereiro em Porto Alegre e 23 em Brasília.

Clima quente

Quem participou da audiência pública podia fazer perguntas através do envio da questão por escrito. A negativa em algumas respostas e até mesmo a maneira como foram respondidas, por vezes, fizeram o clima esquentar.

O representante comercial Rodrigo Cardoso, 35 anos, saiu do teatro no meio da audiência. “Eu soube do evento e quis participar, mas achei tudo muito estranho. Se chama a população para o debate é a opinião dela que precisa ser levada em conta. As alterações do contrato precisam visar a melhoria da população, não o interesse de alguns”, disse.

Lutas de anos

Gravataí começou a lutar pela mudança da praça de pedágio em 2013. Além da troca de local, o município pleiteava as vias laterais. Cachoeirinha também tem um movimento, o Livre Acesso à Free Way, desde 2011. André Campos, presidente da Associação Comercial de Cachoeirinha (ACC) e representante do movimento, saiu do encontro decepcionado. “Serão poucas mudanças. Vamos unir forças para que na audiência pública de Porto Alegre consigamos avançar no que lutamos há tanto tempo”. O deputado Stédile também saiu insatisfeito. “Eu esperava um prazo menor para a mudança do local do pedágio. Este estudo poderia ter sido feito antes, visto que todos sabiam que a concessão acabava em julho. Tínhamos que estar com tudo pronto a esta altura. Pelas minhas contas, antes de 2020 o pedágio não sai de onde está”, diz.


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